E eu assisti novamente esse belo, sensível e mágico espetáculo. Devo agradecer ao meu lindo curso de Teatro da EBA- Escola de Belas Artes, que está completando 16 anos de idade e para comemorar, está oferecendo uma programação muitooooo bacana. Eis que o TCC do Thales Ventura foi convidado para reapresentar. É claro que eu não ia perder, ne?!!!!
Só para refrescar a memória, o texto de divulgação:
"Nós aqui não podemos saber dos segredos da vida.Segredos são partículas indivisíveis. Hoje jovens que somos, nos disseram que a vida ainda deseja em nosso peito. O que ela quer eu não sei, o que sei é que essa tal vida só sabe que encontrará uma companheira irremediável: A MORTE. Esse desatinado destino! Nós somos apenas loucos amantes da arte à caminho da morte. Morrer para não saber, morrer para não existir como matéria e apenas como memória. Não há regra sem exceção, e realmente assim deverá ser. Essa é uma pequena estória destinada a explicar como é precária a estabilidade dentro da qual acreditamos existir, ou seja, que as leis poderiam ceder terreno às exceções, acasos ou improbabilidades e aí é que sucede de alguém que não morreu tendo que morrer".
Esse blog tem como objetivo mostrar o meu dia a dia no estudo das Artes Cênicas . Na verdade, eu ia escrever em um caderno (como sempre fiz), mas tive que optar pelo blog, já que não estou tendo mais tanto tempo como antigamente.
terça-feira, 29 de abril de 2014
domingo, 27 de abril de 2014
Peça: O Papel Roxo da Maça
Hoje eu fui assistir esse espetáculo infantil. Fui para fazer uma análise sobre a teatralidade e outros conceitos, para o trabalho na matéria de 'Fundamentos da Prática Teatral'.
A peça conta a história de uma garotinha que se chama Rosa, muito esperta, divertida e curiosa e que está sempre descobrindo coisas novas. Em uma de suas descobertas, Rosa percebe que consegue ouvir vozes e sons emitidos por um papel roxo (daqueles de embrulhar maçãs) e também dos livros da sua casa. Os pais, estimulando a curiosidade da filha, resolvem matriculá-la na escola.
*Com uma proposta didática, o espetáculo se desenvolve com a personagem central percebendo que melhor ainda que ler é imaginar as histórias que os livros contam. Um convite à fantasia que a leitura pode proporcionar.
*Com uma proposta didática, o espetáculo se desenvolve com a personagem central percebendo que melhor ainda que ler é imaginar as histórias que os livros contam. Um convite à fantasia que a leitura pode proporcionar.
Fonte:http://teatrobradescobh.com.br/programacao/o-papel-roxo-da-maca/
sábado, 26 de abril de 2014
Por que existe preguiça, né??!! rsrs
E mais uma vez eu dei uma sumida rsrsrsrsrs
To numa onda de preguiça que não estou entendo :s ... Quando fazia um milhão de cursos ao mesmo tempo, sempre arrumava um tempinho para escrever, tanto aqui, quanto nos meus diários de bordo. Mas parece que quanto menos coisa você faz, mais preguiçoso fica. Vai entender!!!!
Achei que quando eu formasse na PUC e no inglês, e tivesse mais tempo livre, estudaria mais, faria muito mais coisa, mas ao contrário disso, estou na 'vibe soneca' hahahaha.
Resolvi mudar (ou pelo menos tentar rsrs), quero ver se consigo voltar a escrever com mais frequência.
Espero conseguir.
:*
To numa onda de preguiça que não estou entendo :s ... Quando fazia um milhão de cursos ao mesmo tempo, sempre arrumava um tempinho para escrever, tanto aqui, quanto nos meus diários de bordo. Mas parece que quanto menos coisa você faz, mais preguiçoso fica. Vai entender!!!!
Achei que quando eu formasse na PUC e no inglês, e tivesse mais tempo livre, estudaria mais, faria muito mais coisa, mas ao contrário disso, estou na 'vibe soneca' hahahaha.
Resolvi mudar (ou pelo menos tentar rsrs), quero ver se consigo voltar a escrever com mais frequência.
Espero conseguir.
:*
quinta-feira, 24 de abril de 2014
Projeto - Leitura Rara: Bodas de Sangue
Hoje eu fui à estreia do Projeto "Leitura Rara", no Memorial Minas Vale. A proposta do projeto é mostrar a leitura de textos dramáticos inéditos, ou que tiveram poucas chances de serem apreciados em montagens que passaram por Belo Horizonte, oferecendo aos artistas mineiros e ao público em geral, oportunidade única de ter contato com obras de grande valor artístico da dramaturgia mundial.
Para a estreia do projeto, foi escolhida a peça "Bodas de Sangue", de Federico Garcia Lorca. Essa montagem foi o espetáculo de formatura da turma de 1993 do CEFAR - Centro de Formação Artística da Fundação Clóvis Salgado. Nesta turma estava um grupo de artistas de grande destaque em sua geração. Nasceu deste grupo a Cia Pierrot Lunar que comemora este ano 21 anos de história.
Para a estreia do projeto, foi escolhida a peça "Bodas de Sangue", de Federico Garcia Lorca. Essa montagem foi o espetáculo de formatura da turma de 1993 do CEFAR - Centro de Formação Artística da Fundação Clóvis Salgado. Nesta turma estava um grupo de artistas de grande destaque em sua geração. Nasceu deste grupo a Cia Pierrot Lunar que comemora este ano 21 anos de história.
O projeto é novidade na programação do memorial e a cada mês, haverá a leitura de um texto diferente. A curadoria é de Anderson Aníbal e o evento tem entrada franca e está sujeita à lotação do espaço.
Para essa primeira leitura, foram reunidos junto à Pierrot Lunar, os atores que formaram o elenco original desta montagem de 1993, sendo formado então por Léo Quintão, Neise Neves, Márcia Bechara, Dimir Viana, Pollyanna Santos, Luiz Arthur, Herbert Tadeu, Raul Starling, Jussara Fernandino e Karina Drumond.
domingo, 20 de abril de 2014
Filme... 'Ninfomaíaca' I e II
Ontem foi a vez desses aí... Confesso, fiquei #chocada em vários momentos!!!
Sinopses:
Ninf()maníaca - I
Bastante machucada e largada em um beco, Joe (Charlotte Gainsbourg) é encontrada por um homem mais velho, Seligman (Stellan Skarsgard), que lhe oferece ajuda. Ele a leva para sua casa, onde possa descansar e se recuperar. Ao despertar, Joe começa a contar detalhes de sua vida para Seligman. Assumindo ser uma ninfomaníaca e que não é, de forma alguma, uma pessoa boa, ela narra algumas das aventuras sexuais que vivenciou para justificar o porquê de sua auto avaliação.
Ninf()maníaca - II
É segunda parte das aventuras sexuais de Joe. Dessa vez, entendemos melhor a trajetória da protagonista, uma mulher viciada em sexo, mas que nunca consegue encontrar prazer nele.
*É quase como se a "Parte 1" não precisasse existir, sendo uma pura jogada de marketing para aumentar a polêmica e fazer o espectador pagar dois ingressos. As cenas mais fortes estão todas na "Parte 2", incluindo uma longa sequência em que Joe adulta (Charlotte Gainsbourg) se submete a intensas sessões de sadomasoquismo com um rapaz bem mais jovem (Jamie Bell, o garotinho de "Billy Elliot") --as técnicas de S&M nunca foram retratadas com tanto detalhe em um filme de circuito comercial.
Outro fato que torna esta "Parte 2" bem mais interessante: Joe tem um filho com Jerome (Shia Labeouf) e precisa conciliar suas compulsões sexuais com os deveres da maternidade. Nessa sequência, Von Trier faz uma ligação interessante com a abertura do seu antepenúltimo filme, "Anticristo" (2009), que também tinha Charlotte Gainsbourg como protagonista. No início de "Anticristo", Gainsbourg e Willem Dafoe estão transando quando o filho cai da janela por acidente.
Mas o que começa com questionamentos interessantes mais uma vez cede ao gosto fácil que Von Trier tem pela provocação gratuita. Joe entra para uma máfia de cobradores, arruma uma aprendiz mais jovem com quem também acaba indo pra cama, mas que depois vai humilhá-la em um das cenas mais desnecessárias do filme, já perto do final. É nessa cena que entendemos como Joe foi parar naquele beco, caída e sangrando, e foi resgatada por Seligman (Stellan Skarsgard). O pescador vai mostrar todo o seu lado menos intelectual na última cena do filme.
E não adianta querer encontrar explicações ocultas para a genialidade de Von Trier. Os 20 minutos finais são obra de um homem que tem muito talento, mas que fica feliz apenas em nos chocar, sem oferecer nada de mais profundo ou inteligente.
Fonte:http://cinema.uol.com.br/noticias/redacao/2014/03/13/vol-2-de-ninfo-supera-o-1-com-sadomasoquismo-sexo-oral-e-lesbianismo.htm
Sinopses:
Ninf()maníaca - I
Bastante machucada e largada em um beco, Joe (Charlotte Gainsbourg) é encontrada por um homem mais velho, Seligman (Stellan Skarsgard), que lhe oferece ajuda. Ele a leva para sua casa, onde possa descansar e se recuperar. Ao despertar, Joe começa a contar detalhes de sua vida para Seligman. Assumindo ser uma ninfomaníaca e que não é, de forma alguma, uma pessoa boa, ela narra algumas das aventuras sexuais que vivenciou para justificar o porquê de sua auto avaliação.
Ninf()maníaca - II
É segunda parte das aventuras sexuais de Joe. Dessa vez, entendemos melhor a trajetória da protagonista, uma mulher viciada em sexo, mas que nunca consegue encontrar prazer nele.
*É quase como se a "Parte 1" não precisasse existir, sendo uma pura jogada de marketing para aumentar a polêmica e fazer o espectador pagar dois ingressos. As cenas mais fortes estão todas na "Parte 2", incluindo uma longa sequência em que Joe adulta (Charlotte Gainsbourg) se submete a intensas sessões de sadomasoquismo com um rapaz bem mais jovem (Jamie Bell, o garotinho de "Billy Elliot") --as técnicas de S&M nunca foram retratadas com tanto detalhe em um filme de circuito comercial.
Outro fato que torna esta "Parte 2" bem mais interessante: Joe tem um filho com Jerome (Shia Labeouf) e precisa conciliar suas compulsões sexuais com os deveres da maternidade. Nessa sequência, Von Trier faz uma ligação interessante com a abertura do seu antepenúltimo filme, "Anticristo" (2009), que também tinha Charlotte Gainsbourg como protagonista. No início de "Anticristo", Gainsbourg e Willem Dafoe estão transando quando o filho cai da janela por acidente.
Mas o que começa com questionamentos interessantes mais uma vez cede ao gosto fácil que Von Trier tem pela provocação gratuita. Joe entra para uma máfia de cobradores, arruma uma aprendiz mais jovem com quem também acaba indo pra cama, mas que depois vai humilhá-la em um das cenas mais desnecessárias do filme, já perto do final. É nessa cena que entendemos como Joe foi parar naquele beco, caída e sangrando, e foi resgatada por Seligman (Stellan Skarsgard). O pescador vai mostrar todo o seu lado menos intelectual na última cena do filme.
E não adianta querer encontrar explicações ocultas para a genialidade de Von Trier. Os 20 minutos finais são obra de um homem que tem muito talento, mas que fica feliz apenas em nos chocar, sem oferecer nada de mais profundo ou inteligente.
Fonte:http://cinema.uol.com.br/noticias/redacao/2014/03/13/vol-2-de-ninfo-supera-o-1-com-sadomasoquismo-sexo-oral-e-lesbianismo.htm
sábado, 19 de abril de 2014
Filme... 'A Menina Que Roubava Livros'
Ontem foi a vez dessa emocionante história...
Sinopse:
Adaptação de A Menina que Roubava Livros, do australiano Markus Zusak, o filme acompanha a história de Liesel Meminger (interpretada pela canadense Sophie Nélisse. Durante a Segunda Guerra Mundial, Liesel e seu irmão são deixados pelos pais e adotados por um casal vivido por Geoffrey Rush (O Discurso do Rei) e Emily Watson (Anna Karenina). O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. Ela aprende a ler com o incentivo de sua nova família e Max, um judeu refugiado que eles escondem baixo às escada. Para Liesel e Max, o poder das palavras e da imaginação se transformam em escape dos tumultuosos eventos que acontecem ao seu redor. Em meio ao caos, a jovem encontra refúgio na literatura para sobreviver. Ajudada por seu pai adotivo, ela passa a roubar livros e descobrir neles a esperança perdida durante a guerra.
Sinopse:
Adaptação de A Menina que Roubava Livros, do australiano Markus Zusak, o filme acompanha a história de Liesel Meminger (interpretada pela canadense Sophie Nélisse. Durante a Segunda Guerra Mundial, Liesel e seu irmão são deixados pelos pais e adotados por um casal vivido por Geoffrey Rush (O Discurso do Rei) e Emily Watson (Anna Karenina). O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. Ela aprende a ler com o incentivo de sua nova família e Max, um judeu refugiado que eles escondem baixo às escada. Para Liesel e Max, o poder das palavras e da imaginação se transformam em escape dos tumultuosos eventos que acontecem ao seu redor. Em meio ao caos, a jovem encontra refúgio na literatura para sobreviver. Ajudada por seu pai adotivo, ela passa a roubar livros e descobrir neles a esperança perdida durante a guerra.
Fonte:http://cinema10.com.br/filme/a-menina-que-roubava-livros
sexta-feira, 18 de abril de 2014
Filme... 'As Vantagens de Ser Invisível'
A vida não é só estudar, também mereço um pouco de descanso rsrsrs.. Por isso, resolvi aproveitar o feriadão da Semana Santa (que começou desde ontem, já que a federal deu recesso) assistindo filmes. Ontem eu assisti esse filme. Achei tão bonito, sensível e singelo.
Sinopse:
Sinopse:
Elogiado pela crítica e adorado pelos leitores, As vantagens de ser invisível – que foi adaptado para os cinemas com Emma Watson, a Hermione de Harry Potter, e Logan Lerman, de Percy Jackson, no elenco – acaba de ganhar nova reimpressão pela Rocco. Livro de estreia do roteirista Stephen Chbosky, o romance, que vendeu mais de 700 mil exemplares nos EUA desde o lançamento, está de volta ao topo do ranking do The New York Times impulsionado pela adaptação para a telona.
Ao mesmo tempo engraçado e atordoante, As vantagens de ser invisível reúne as cartas de Charlie, um adolescente de quem pouco se sabe - a não ser pelo que ele conta nessas correspondências -, que vive entre a apatia e o entusiasmo, tateando territórios inexplorados, encurralado entre o desejo de viver a própria vida e ao mesmo tempo fugir dela.
As dificuldades do ambiente escolar, muitas vezes ameaçador, as descobertas dos primeiros encontros amorosos, os dramas familiares, as festas alucinantes e a eterna vontade de se sentir “infinito” ao lado dos amigos são temas que enchem de alegria e angústia a cabeça do protagonista em fase de amadurecimento. Stephen Chbosky capta com emoção esse vaivém dos sentidos e dos sentimentos e constrói uma narrativa vigorosa costurada pelas cartas de Charlie endereçadas a um amigo que não se sabe se real ou imaginário.
Íntimas, hilariantes, às vezes devastadoras, as cartas mostram um jovem em confronto com a sua própria história presente e futura, ora como um personagem invisível à espreita por trás das cortinas, ora como o protagonista que tem que assumir seu papel no palco da vida. Um jovem que não se sabe quem é ou onde mora. Mas que poderia ser qualquer um, em qualquer lugar do mundo.
Fonte:http://www.skoob.com.br/livro/2703-as_vantagens_de_ser_invisivel
Ao mesmo tempo engraçado e atordoante, As vantagens de ser invisível reúne as cartas de Charlie, um adolescente de quem pouco se sabe - a não ser pelo que ele conta nessas correspondências -, que vive entre a apatia e o entusiasmo, tateando territórios inexplorados, encurralado entre o desejo de viver a própria vida e ao mesmo tempo fugir dela.
As dificuldades do ambiente escolar, muitas vezes ameaçador, as descobertas dos primeiros encontros amorosos, os dramas familiares, as festas alucinantes e a eterna vontade de se sentir “infinito” ao lado dos amigos são temas que enchem de alegria e angústia a cabeça do protagonista em fase de amadurecimento. Stephen Chbosky capta com emoção esse vaivém dos sentidos e dos sentimentos e constrói uma narrativa vigorosa costurada pelas cartas de Charlie endereçadas a um amigo que não se sabe se real ou imaginário.
Íntimas, hilariantes, às vezes devastadoras, as cartas mostram um jovem em confronto com a sua própria história presente e futura, ora como um personagem invisível à espreita por trás das cortinas, ora como o protagonista que tem que assumir seu papel no palco da vida. Um jovem que não se sabe quem é ou onde mora. Mas que poderia ser qualquer um, em qualquer lugar do mundo.
Fonte:http://www.skoob.com.br/livro/2703-as_vantagens_de_ser_invisivel
sexta-feira, 4 de abril de 2014
Semana de Seminários
Essa semana foi bem agitada, tive seminário todos os dias. O tema era
Foi realizado pelo LADI - Laboratório de Dramaturgia e Improvisação em colaboração com o NACE. Todas as palestras foram bem interessantes, aprendi bastante, principalmente sobre o mestre da impro: Keith Jonhstone.
A programação completa do que rolou está nesse link: http://www.eba.ufmg.br/pos/?p=712
''Improvisação no Teatro: poética-prática-pensamento da IMPRO''.
A programação completa do que rolou está nesse link: http://www.eba.ufmg.br/pos/?p=712
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