terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Filme... 'Jovem e Bela'

 Hoje eu fui ao cinema com o Leo, a Carla, a Nicole e o Lucas. Assistimos esse maravilhoso filme francês.
  "Jovem e Bela" conta a história de Isabelle, uma bela jovem de 17 anos que apesar de confortável condição social e familiar se torna prostituta. Desprovida de culpa moral ou traço de melancolia, a adolescente desassocia sexo de emoções e se utiliza de suas aventuras sexuais para suprir algo que vai muito além do poder e consumação da sedução: o interesse em compreender seu próprio corpo.

Vale a pena conferir!
"Jovem e Bela"

Após o filme, nós passamos na Praça da Liberdade.
Nós =]

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Dia do 'Retorno'

  Hoje foi o dia de dizer como nos saímos durante o semestre. Fomos para a sala de teoria, o Luíz começou a 'reunião' às 10h15. Ele falou muitaaaaaa coisa antes de começar a dar os retornos individuais. Ele falou com base na autoavaliação que ele havia pedido para enviarmos ontem (pediu pelo face).  O retorno acabou às 13h.

*Estou com preguiça de escrever tudo o que ele disse.

Kisses!

domingo, 8 de dezembro de 2013

3º Dia de Peça

  Ontem caiu um diluvio, sério mesmo, choveu demaaaaaaais. Tinha que chegar na Puc às 18h, mas tava impossível.. Cheguei às 19h.
 Fui me arrumar... Maquiei, coloquei o figurino, tirei umas fotinhas rsrsrs e depois fui aquecer.
Antes de entrarmos em cena, fizemos uma dinâmica para descontrair o ambiente e em seguida a concentração.. fizemos uma oração e o grito de guerra.
 A apresentação foi linda.. Vários ficaram emocionados no final, inclusive eu, afinal de contas, era a minha apresentação de formatura né.  Valeu a pena!!!!

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

2º Dia de Peça

 Cheguei na Puc às 17h40 .. Fiquei lá conversando com a Gabi, depois fui descansar um pouquinho. Às 18h30 comecei a me arrumar.  Em seguida fui aquecer no auditório, a turma estava quase toda lá.. aproveitamos para tirar umas fotinhas rsrsrsrs.
 Minutos antes de entrarmos em cena o Luíz conversou conosco, falou que a apresentação de ontem tinha sido muito boa, que estava quase 'no ponto', que precisávamos agora só tirar o que estava sobrando. Ele disse para fazermos com o máximo de verdade possível, para isso, devemos fazer uma ação somente se ela estiver sendo feita com o coração. Depois fizemos uma oração, o Du, nosso antigo professor de corpo, também estava lá e fez o "Tô -sá" (é um negocio que ele faz, muito legal) com a gente .
  A apresentação foi ótima, o Luíz falou que foi do jeito que ele queria... Amanhã é o último dia, 'vamo que vamo'.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Estreia - "Nekropolis"

 Hoje foi o grande dia - A Estreia!
 Cheguei na Puc às 16h30.. fiquei lá conversando com a Gabi, Elaine e Lorena, depois tomei um banho pra refrescar (tava muitoooooo calor) e comecei a me arrumar. As 19h a Catarina Paulino (fotografa) chegou e começou a tirar as fotos, às 20h nós passamos um geral só com as deixas, para acertar os detalhes finais da luz.  Aquecemos, reunimos para a concentração, fizemos uma oração, o grito de guerra e 'Evoé' fez-se a mágica!
 Foi muitoooo bom, espero que amanhã seja melhor ainda!

Eu e Gabi.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

18º Aula de Teoria e Pesquisa

Primeiro Horário

 A Cynthia conversou sério com a turma a respeito de algumas situações que ela acha que não deveriam estar acontecendo (falta de ensaios, fofocas, intrigas, etc..), devolveu as provas e deu um retorno sobre as apresentações da cenas.
 Ela falou que a apresentação do meu grupo não foi tão boa, disse que o texto estava muito bom, mas que faltou coletivo, que ficou sem graça. =/  Fiquei chateada com isso, pois me esforcei para que tudo desse certo, porém, não dependia só de mim, mas isso não é desculpa né, já que eu fazia parte do grupo.. pelo menos ela gostou do texto, que fui eu que escrevi.

Segundo Horário

 Foi o ensaio geral definitivo (com luz e algumas pessoas na plateia). Deu pra sentir um frio na barriga.. Aiaiai, é amanhã!!!!!!!!!!!

Nekropolis

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Fotos do Programa da Mostra

 Com toda essa correria, acabei esquecendo de postar a foto de divulgação do espetáculo.. Ta aí...

Nekropolis

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Peça: PorVentura

  Hoje eu assisti "PorVentura" , TCC do aluno Thales Ventura.
Foi muito lindo... A história aborda a morte.

Texto de divulgação:

  Nós aqui não podemos saber dos segredos da vida.Segredos são partículas indivisíveis. Hoje jovens que somos, nos disseram que a vida ainda deseja em nosso peito. O que ela quer eu não sei, o que sei é que essa tal vida só sabe que encontrará uma companheira irremediável: A MORTE. Esse desatinado destino! Nós somos apenas loucos amantes da arte à caminho da morte. Morrer para não saber, morrer para não existir como matéria e apenas como memória. Não há regra sem exceção, e realmente assim deverá ser. Essa é uma pequena estória destinada a explicar como é precária a estabilidade dentro da qual acreditamos existir, ou seja, que as leis poderiam ceder terreno às exceções, acasos ou improbabilidades e aí é que sucede de alguém que não morreu tendo que morrer.

17º Aula de Interpretação

 Passamos um geralzão no auditório, o Luíz modificou algumas cenas.

Por hoje é só!

Ps¹: Tive prova de Técnica vocal hoje na Federal, cantei a música 'Meu guarda-chuva', da Paula Lima... Até que me sai bem, apesar do nervosismo (depois eu posto o video)

Ps²: Essa semana to na correria, por isso, não está dando para escrever tanto..

domingo, 1 de dezembro de 2013

Peça: Bukowski - me

 Ontem eu assisti : Bukowski - Me .
Peça da turma de montagem da Puc... A história é baseada na vida e contos de Charles Bukowski.
Foi S.E.N.S.A.C.I.O.N.A.L!

Bukowski - Me!

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

16º Aula de Expressão Vocal e Corporal

Expressão Vocal

 Fizemos vários aquecimentos vocais.. hoje o Bueno deu uma diferenciada neles, foi muito interessante. Depois, passamos algumas cenas..

Expressão Corporal

 Alongamos, caminhamos pela sala, fizemos algumas dinâmicas e em seguida passamos um geralzão. A Dulce falou que estava muito bom, que todos estavam em cena, com tonos, concentrados e que só precisamos melhorar a saída.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

17º Aula de Teoria e Pesquisa

Primeiro Horário

 Apresentações da cenas do trabalho de entrevista.
Foi bem interessante... várias cenas bem elaboradas; com texto bacana, boa adequação do espaço, etc..
* A Cynthia vai nos dar o retorno na semana que vem.

Segundo Horário

 Fomos para a sala branca (o auditório está pronto, mas estava sendo preparado para a peça que estreia hoje a noite - Bukowski-me), passamos um geralzão.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

16º Aula de Interpretação

Finalmente voltamos a ensaiar no auditório \o/ ... fizemos um geralzão (com direito a plateia)  e depois o Gustavo [braço direito do Luíz e da Cynthia] falou as coisas que ele havia anotado durante a passada. O Luíz também conversou bastante com a turma.

Fico por aqui!!!!

domingo, 24 de novembro de 2013

Seminário de Corpo

 E o domingão foi de quê??!... Seminárioooooooos.
Foram 5 grupos:

*Índia
*Grécia Antiga (meu)
*Idade Média
*Idade Moderna
*Idade Contemporânea

 Cheguei na federal às 7h o.O .
 Os seminários aconteceram de 9h às 18h. Foi um pouco cansativo, mas muito interessante, deu pra aprender bastante.


sexta-feira, 22 de novembro de 2013

15º Aula de Expressão Vocal e Corporal

Expressão Vocal 

 O Bueno pediu que cada um fizesse sua própria sequência de aquecimento pois ele ia observar como nos aquecemos sozinhos. Após o aquecimento, passamos metade da peça.. ele foi observando e dando 'toques'.

Expressão Corporal

 Caminhamos pela sala, alongamos, fizemos algumas dinâmicas e depois passamos algumas cenas. Quase no final da aula, quando estávamos passando a 'cena dos nomes', tivemos um pequeno problema.. Foi o seguinte: tinha algumas coisas dando errado na cena, aí a galera foi tentar resolver, a questão é que muuuuuuuitas pessoas ficaram falando ao mesmo tempo.. foi uma bagunça. A Dulce não falou nada, ficou sentada de longe só observando, no final da aula que ela veio dizer que tinha achado tudo aquilo uma falta de disciplina e respeito, não só com ela, mas com nós mesmos. =/

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

"Dando murros em ponta de vela"

 Essa foi a dinâmica mais interessante na aula de hoje do Arnaldo.
 A aula foi fantástica (como sempre), porém, em um determinando momento, ele pegou uma vela e ascendeu, parou em frente a ela e falou que iria apagá-la ... A turma ficou observando apreensivamente, ele mediu a distância para a mão não bater na vela e eis que de repente ele deu um soco no ar, fazendo com que a vela apagasse.. Todos ficaram de boca aberta rsrsrsrs.
 O Arnaldo é d+.. Meu Deus, não tenho nem palavras para descrever a aula dele, tudo que ele ensina, a forma como é ensinada, enfim, simplesmente INCRÍVEL!!!

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

16º Aula de Teoria e Pesquisa

Primeiro Horário 

  Foi o restante das apresentações dos trabalhos de entrevista.
 A Cynthia devolveu todos os trabalhos, disse que alguns estavam bons, mas que outros estavam estilo '2º ano', que somos capazes de fazer trabalhos fantásticos, que é só deixar de preguiça e pesquisar. Falou que "ATOR É PESQUISA", que ela já sabe tudo que está nos trabalhos, que aquilo era para nós mesmos e não pra ela. Ela também falou sobre a postura dos alunos da escola, que falam que querem ser atores, mas não vão a nada... Comentou que no domingo teve um evento cultural maravilhoso na Funarte, e que não apareceu nenhum aluno da PUC.

Segundo Horário

 Aula de maquiagem com o Mauro. Ele passou o esquema da make de cada núcleo.. A galera da Estirpe terá hematomas por todo o corpo.  Ficou 'da hora'!

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Livro: Violetas na Janela

 Acabei de ler esse maravilhoso livro - 'Violetas na Janela'.
 Ele conta a história de Patrícia, uma jovem que desencarna aos 19 anos, e , por intermédio da tia (que é medium), resolve contar como é a vida após a morte.

Sinopse:

 Pátrícia Braghini era uma jovem espírita de 19 anos, que morreu após um acidente vascular cerebral em sua casa. Segundo a psicografia, Patrícia, após a morte, foi resgatada por "amigos espirituais" que a levaram para a colônia espiritual chamada Colônia São Sebastião, que segundo os espíritas é uma das colônias espirituais situadas sobre a cidade de São Paulo.
 Patrícia reencontra no plano espiritual Amaziles (sua avó) e um grande amor de outras vidas, Frederico, além das entidades Arthur, Maurício e Antônio Carlos, que ajudam Patrícia a se adaptar à vida na colônia. Ela aprende a controlar a saudade durante suas visitas ao antigo lar e mandar recados para os entes queridos através da psicografia de sua tia Vera.
 Patrícia ouve conselhos de diversos moradores desencarnados da colônia e depoimentos de suas vidas pessoais quando encarnados na Terra, passa a ajudar Frederico em seu consultório e logo é convidada pelos seus amigos a trabalhar em favor de pessoas recém desencarnadas no centro espírita presidido por seu pai, José Carlos.

15º Aula de Interpretação

 Chegamos, colocamos o figurino, o Luiz fez um aquecimento coletivo, fizemos uma dinâmica para 'abrir' a percepção e depois passamos um geralzão.

No mais de agora é só!

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Oficina Corporal

 Hoje eu participei de uma oficina corporal com a atriz Kelly Crifer, do 'Grupo Teatro Invertido'. Foram 5 horas de muito trabalho intenso...  ela utilizou princípios de Grotowski e Pina Bausch, além de vários outros.
 Amei a oficina!

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

15º Aula de Teoria e Pesquisa

Primeiro Horário

 Apresentação dos trabalhos de entrevista. Hoje foram:

*Pierrot Lunar
*Primeira Campainha
*Zap18 (minha apresentação)

Segundo Horário

 Aula de maquiagem com o Mauro Gelmini.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Que Semana...

 Caramba, que semana agitada!
 Toda vez é assim, vai chegando final de semestre e tudo que não aconteceu durante todo o semestre, acontece. Todos os trabalhos, provas, seminários e fichamentos possíveis são marcados.

Essa semana tá assim:

11 - Entrega de caderno (Puc) / Prova de Técnica Vocal (Federal)
12 - Apresentação do meu seminário 'Poéticas da Espacialidade- Appia, Craig e Barba' (Federal)
13 - Apresentação do Trabalho de Entrevista (Puc) / Entrega do trabalho de Impro (Federal)
14 - Prova da matéria 'Ofic. de Consc. e domínio do movimento' ...

e por ai vai... Com tanta coisa, criei até um mantra:

Respiro bem fundo e solto o ar dizendo:

MENOS DE UM MÊS!!!

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

14º Aula de Interpretação

 O auditório ainda não está pronto, por isso, mais uma vez, ensaiamos na 'sala branca'. O Luíz pegou algumas cenas para fazer remarcações, depois, passamos um geralzão. A aula foi começar já eram quase 10h...Nem rendeu tanto =/

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

"O Batizado"..

 E num é que a prova de Impro era mentira!!!!
 Estávamos bem lá na sala, super concentrados, fazendo 'a falsa prova' do João, quando de repente... Os veteranos começaram a cantar na janela! Eles entraram na sala, vedaram nossos olhos e levaram todos para uma outra sala, lá, fizeram algumas brincadeiras, deram frutas, chocolate, bebidas e outras coisitas para nós. Depois, levaram a gente para fora da escola e fizeram o Batizadoooo.
 Deixa eu explicar melhor... Lá na federal tem uma tradição em que os veteranos 'batizam' os calouros.. O veterano meio que fica encarregado de cuidar do seu calouro.
 Foi lindooooo, no momento do batismo, os veteranos diziam algo, batizavam com água na cabeça e entregavam um presente. Na minha vez quase fui afogada! kkkkkkkkkkkkk

Presente que meus padrinhos me deram!!
Fofos d+

14º Aula de Expressão Vocal e Corporal

 As duas aulas hoje foram com o Luíz. Colocamos o figurino, fomos para a sala (o auditório ainda não está pronto), aquecemos rapidamente e passamos algumas cenas, ele modificou várias marcações.

*Ps: Hoje tenho prova na federal.. aiaiaiiiiiii  o.O

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

14º Aula de Teoria e Pesquisa

Primeiro Horário

 Provaaaaaaaa  o.O ... A Cynthia entregou uma folha onde tinha duas questões: a 1 era para analisar, comentar e relacionar o texto (um lá do Eugênio Barba) com o pensamento de outros encenadores. A 2 era para escrevermos sobre o encenador que quiséssemos.

Segundo Horário

 Aula com a Dulce. O Luíz não pode ir hoje, como a Dulce tinha umas aulas a menos, ela foi para repor.
 Caminhamos pela sala, fizemos alguns alongamentos, algumas dinâmicas e depois passamos as cenas que precisavam ser revisadas.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

13º Aula de Interpretação

 Não terminaram de fazer as instalações no auditório, por isso, ensaiamos na sala.. A aula novamente demorou pra começar, fomos ensaiar já era mais de 10h... e não foi nada bom, o Luíz falou que, na verdade, foi uma das piores passadas até hoje =/ . Isso tem que mudar urgente, muito urgente mesmo, afinal, falta exatamente um mês para as apresentações.

Por hoje é só!!!

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

13º Aula de Expressão Vocal e Corporal

Expressão Vocal

 O Bueno começou a aula passando a seguinte dinâmica: Formamos duplas, cada momento um guiava o outro. Quem estava guiando tinha que dar os comandos através de toques - mão no meio das costas, a pessoa andava para frente; mão fora das costas, a pessoa andava para trás; mão direita no ombro direito, a pessoa virava para a direita; mão esquerda no ombro esquerdo, a pessoa virava para a esquerda; as duas mãos nos ombros, a pessoa parava. Quem estava sendo conduzido ficava com os olhos fechados, ou seja, os princípios do exercício foram percepção, agilidade e confiança.
 Depois ele fez algumas vertentes no jogo; colocou a galera em grupos de 4, depois juntou esses grupos formando uma fila cumpridona, com uma pessoa sendo guiada por todas essas outras.. Foi loucura rsrs
 Em seguida fizemos os aquecimentos vocais caminhado pela sala, depois em dupla (sentindo o colega) e para finalizar, em grupo. Gostei da aula =]

Expressão Corporal

 A Dulce colocou uma música erudita. Formamos duplas. Fomos tocando o colega, sentindo ele 'de verdade'. Depois fomos formando grupos, todos se sentindo.. foi beeeeem legal. Em seguida demos as mãos e saímos andando pela escola; fazendo uma intervenção (amei tb).
 Para finalizar a aula, passamos as cenas que precisavam de uns 'retoques'.

Fico por aqui!
^-^

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Plínio Marcos

 Considerado um autor maldito, o escritor e dramaturgo Plínio Marcos foi um dos primeiros a retratar a vida dos submundos de São Paulo. Poucos escreveram sobre homossexualismo, marginalidade, prostituição e violência com tanta autenticidade.
 Era, segundo ele mesmo afirmava, "figurinha difícil". Foi, entre as coisas que dele se sabe, dramaturgo, ator, jornalista, tarólogo, camelô de seus próprios livros, técnico da extinta TV Tupi, jogador de futebol e palhaço.
 Depois de tentar tornar-se jogador de futebol e de trabalhar como palhaço de circo por cinco anos, escreveu, aos 22 anos, sua primeira peça, "Barrela", a qual chegou às mãos de Patrícia Galvão (Pagú) que ficou entusiasmada ao lê-la.
 Em 1958, foi chamado para substituir um ator no grupo amador que Patrícia Galvão e seu marido Geraldo Ferraz mantém na cidade, e conhece autores como Samuel Beckett e Fernando Arrabal.
 Desses contatos resulta a primeira encenação amadora de um texto seu, Barrela, em 1959, dirigido por ele próprio, centrado numa curra em uma cela de prisão, o que provoca escândalo na sociedade santista.
 A partir daí e com a ajuda de Pagú, Plínio integrou o elenco de companhias amadoras de teatro. Depois, transferiu-se para São Paulo, no início da década de 60, onde participou da criação do Centro Popular de Cultura da UNE (União Nacional dos Estudantes).
 Na década de 60, Plínio participou, também, da novela "Beto Rockfeller", na TV Tupi, de 4 de novembro de 1968 a 30 de novembro de 1969, fazendo o papel de Vitório, melhor amigo de Beto Rockfeller (Luiz Gustavo) -personagem principal da novela. Em entrevista concedida à Folha, em 1993, Plínio afirmou: "nunca gostei de trabalhar. Só fiz 'Beto Rockfeller' para não ficar órfão ("ficar órfão" significava cair nas garras dos militares). Quando me ofereceram o papel, pensei: se aceitá-lo, ganharei evidência. E, enquanto estiver em evidência, os milicos não me pegarão."
 A ligação de Plínio com a TV brasileira nunca foi das melhores, em 1994, ao responder à pergunta "Qual foi o 1º programa que você viu na TV?", feita para uma enquete do caderno TV Folha, da Folha de S.Paulo, ele respondeu: "Nada. Nunca vi TV".
 Na mesma época da novela Beto Rockfeller, Plínio era visto pelos militares que governavam o país como um "inimigo do sistema". Após o ano de 1968, o teatro de Plínio Marcos era sistematicamente censurado. Até mesmo Dois Perdidos Numa Noite Suja e Navalha na Carne, que já haviam sido apresentadas em diversas regiões do país, foram interditadas em todo o território nacional.
 Para os militares, peças que traziam um mundo sem meias palavras, direto e convincente, que davam tratamento dramático à realidade de prostitutas, gigolôs e bandidos, poderiam servir à subversão.
Sob o governo militar, "Barrela" também foi proibida, e, em 1970, "Abajur Lilás" foi censurada. (As duas obras só seriam liberadas em 1980.)
 Na década de 70, Plínio Marcos era o próprio símbolo do autor perseguido pela censura. Incomodava a ditadura e a Censura Federal. Foi preso pelo 2º Exército em 1968, sendo liberado dias depois por interferência de Cassiano Gabus Mendes, então diretor da Televisão Tupi. Em 1969, foi preso em Santos, no Teatro Coliseu, por se recusar a acatar a interdição do espetáculo Dois Perdidos Numa Noite Suja, em que trabalhava como ator.
 Foi transferido depois, do presídio de Santos, para o DOPS em São Paulo, de onde saiu por interferência de vários artistas e sob a tutela de Maria Della Costa. Além dessas prisões, foi detido para interrogatório em várias ocasiões.]
 Na década de 80, quando o regime militar terminou e suas peças foram liberadas, Plínio novamente surpreendeu. Escreveu as peças "Jesus Homem" e "Madame Blavatsky" nas quais mostra um seu lado mais espiritualista. Em 1985, ganhou os prêmios Molière e Mambembe pela peça "Madame Blavatsky".
 Entre suas melhores obras estão: "Barrela" (1958), "Dois Perdidos Numa Noite Suja" (1966), "Navalha na Carne" (1967), "Quando as Máquinas Param" (1972), "Madame Blavatsky" (1985).

Jornais e revistas
 Começou escrevendo uma coluna semanal, aos domingos, no extinto jornal Última Hora, SP, em 1968. A coluna chamava-se Navalha na Carne e inicialmente escrevia pequenos contos. Já em 1969, a coluna passa a ser diária, escrevendo crônicas sobre assuntos variados, geralmente denunciando e polemizando. É exemplar a campanha que fez contra a TV Globo por ocasião da novela A cabana do Pai Tomás, campanha que teve grande repercussão, gerando vários artigos seus e de vários outros artistas.
 Em 1969, despede-se da coluna Navalha na Carne ("Meus Cupinchas, Tchau") e passa a fazer, no mesmo jornal, entrevistas de página inteira, com o título de Plínio Marcos Escracha. Entrevista, entre outros, Procópio Ferreira, Saracura, Leila Diniz, Geraldão da Barra Funda, Brinquinho e Brioso, José Ramos Tinhorão, Nego Orlando, Antônio porteiro (do Arena, seu grande amigo).
 De outubro de 1969 a março de 1970, passa a publicar, em capítulos, a história de Balbina de Iansã, que resultaria na sua peça do mesmo nome.
 Em 1970, transfere-se para o jornal Diário da Noite, SP, com sua coluna de entrevistas Plínio Marcos Escracha. Em 1971, volta para o jornal Última Hora, com sua coluna diária Navalha na Carne, intercalando pequenos contos e crônicas variadas. De setembro a dezembro de 1971, é editor de uma página de variedades. E nesses anos também fazia a cobertura do desfile das escolas de samba de São Paulo, por ocasião do Carnaval.
 A coluna Navalha na Carne permanece no jornal Última Hora até julho de 1973, com um breve intervalo, no segundo semestre de 1972, quando assina uma coluna semanal no jornal Guaru News (de Guarulhos, SP), com o título de Nas Quebradas do Mundaréu.
 No segundo semestre de 1973, sua coluna no jornal Última Hora passa a se chamar Plínio Marcos Conta. E, em 1974, com novo formato, a coluna diária passa a se chamar Jornal do Plínio Marcos. Nesse mesmo ano, escreve grandes reportagens e, ainda, semanalmente, tem uma página intitulada Encontros com Plínio Marcos, na qual entrevista grandes personalidades, como Jânio Quadros. O Jornal do Plínio Marcos permanece no jornal Última Hora até julho de 1975, quando Plínio é demitido.
 Em outubro de 1975, é contratado pelo jornalista Mino Carta para escrever uma coluna sobre futebol na revista Veja. Mas, como não perdia a oportunidade de criticar desde cartolas e dirigentes de futebol até a ditadura militar e a censura, teve várias crônicas censuradas e não publicadas, até sua demissão em janeiro de 1976.
 Durante um ano ficou impedido de escrever em jornais, escrevendo apenas colaborações esparsas, por exemplo, para a revista Realidade, para a qual contribuiu com contos-reportagens.
Em fevereiro de 1977, recebeu um convite do jornalista Tarso de Castro para escrever no jornal Folha de São Paulo, no qual passa a ter uma coluna diária até setembro do mesmo ano. Colabora também, nesse período, com entrevistas e reportagens para os cadernos Folhetim e Folha Ilustrada, e também para o jornal Folha da Tarde.
 A partir de sua demissão do grupo Folha, não consegue mais emprego permanente nos grandes veículos de comunicação. Mas continuou escrevendo para diversos jornais e revistas do país
Seus escritos se notabilizaram pela ousadia linguística, ele conseguia combinar a gíria dos malandros com um texto rigorosamente literário.
Fontes:http://www.pliniomarcos.com/dados/comecosp.htm
http://educacao.uol.com.br/biografias/plinio-marcos.jhtm
http://almanaque.folha.uol.com.br/plinio_marcos.htm
http://www.itaucultural.org.br/aplicExternas/enciclopedia_teatro/index.cfm?fuseaction=personalidades_biografia&cd_verbete=830

Plínio Marcos

Suassuna

 Dramaturgo, romancista, advogado, professor e teatrólogo brasileiro.
 Ariano Suassuna realizou seus estudos fundamentais em Taperoá, sertão da Paraíba, onde passou a infância. Nesta região ele teve os primeiros contatos com a cultura popular, presenciando um teatro de mamulengos e um desafio de viola, ele se familiarizou com os temas e as formas de expressão que mais tarde vieram a povoar a sua obra.
 Em 1942, a família se mudou para Recife e os primeiros textos de Ariano foram publicados nos jornais da cidade, enquanto ele ainda fazia os estudos pré-universitários.
 Em 1946 Ariano iniciou a Faculdade de Direito e se ligou ao grupo de jovens escritores e artistas que tinha à frente Hermilo Borba Filho, com o qual fundou o Teatro do Estudante de Pernambucano. No ano seguinte, Ariano escreveu sua primeira peça, "Uma Mulher Vestida de Sol", e com ela ganhou o prêmio Nicolau Carlos Magno.
 Se graduou em Ciências Jurídicas e Sociais em 1950, formando-se também em Filosofia, no ano de 1964. Apesar de ser criado como calvinista, tornou-se depois partidário do agnosticismo. Mas foi sua conversão à religião católica que influenciou sem dúvida nenhuma sua produção artística. Mudou-se de novo para Taperoá, onde escreveu e montou a peça "Torturas de um Coração", em 1951. No ano seguinte, voltou a morar em Recife.
 O Auto da Compadecida (1955), encenado em 1957 pelo Teatro Adolescente do Recife, conquistou a medalha de ouro da Associação Brasileira de Críticos Teatrais. A peça o projetou não só no país como foi traduzida e representada em nove idiomas, além de ser adaptada com enorme sucesso para o cinema.
 No final da década de 50 ele se casa com Zélia de Andrade Lima, e com ela tem seis filhos. Nos anos 60 ele institui o Conselho Federal de Cultura, o qual integra de 1967 a 1973, e o Conselho Estadual de Cultura de Pernambuco, no qual atua de 1968 a 1972.
 Em 1969 foi nomeado Diretor do Departamento de Extensão Cultural da Universidade Federal de Pernambuco - UFPE, ficando no cargo até 1974. Em 1970 ele lança o Movimento Armorial, com a intenção de produzir cultura erudita mesclada à cultura popular nordestina, englobando todas as formas de arte – música, dança, literatura, artes plásticas, teatro, cinema, arquitetura, entre outras.
 O escritor também foi Secretário de Educação e Cultura do Recife de 1975 a 1978. Doutorou-se em História pela Universidade Federal de Pernambuco, em 1976 e foi professor da UFPE por mais de 30 anos, onde ensinou Estética e Teoria do Teatro, Literatura Brasileira e História da Cultura Brasileira.  No final da década de 80, mais precisamente em agosto de 1989, conquistou a cadeira da Academia Brasileira de Letras, antes pertencente ao escritor Genolino Amado, sendo empossado em maio de 1990.
 Sua obra inclui os célebres "Auto da Compadecida", adaptado também para a TV e o cinema, e "A Pedra do Reino", além de "O desertor de Princesa" (1948); "Os homens de barro" (1949, inédita); "Auto de João da Cruz" (1949); "O arco desabado" (1952); "O santo e a porca" (1957); "O casamento suspeitoso" (1957); "A pena e a lei" (1959); "Farsa da boa preguiça" (1960); "A caseira e a Catarina" (1962).
Fontes:http://www.infoescola.com/escritores/ariano-suassuna/
http://educacao.uol.com.br/biografias/ariano-suassuna.jhtm

Ariano Suassuna

Ópera - Um Baile de Máscaras

 Ontem eu fui assistir essa maravilhosa ópera: 'Um Baile de Máscaras'.
 Apresentada pela primeira vez no Teatro Apolo de Roma, em 1859, a obra baseia-se numa história real: o assassinato do rei Gustavo III da Suécia, num atentado durante um baile de máscaras, em 1792.  O libreto é uma adaptação feita pelo poeta Antonio Somma do libreto de ‘Gustavo III’, escrito pelo dramaturgo francês Eugène Scribe para a ópera de Daniel Auber, em 1833.
 O melodrama se desenvolve em cinco diferentes cenários e estrutura-se em três atos, com uma duração total de 2h40, incluindo dois intervalos de 20 minutos cada.

Sinopse

 Gustavo III aparece nesta ópera como um homem bem humorado, às vezes inconsequente, apaixonado inconfesso por Amélia – além de homem público generoso e carismático. Amélia, principal papel feminino, é uma mulher aflita e angustiada. Casada com Renato, sofre por amar outro homem que não o seu marido: o próprio rei Gustavo. Renato é o conselheiro e fiel amigo do rei. Homem de nobre caráter que sequer suspeita da paixão daquele por sua esposa e que, quando a descobre, se enche de fúria, mágoa e tristeza – vindo a planejar o atentado fatal. Ulrica é uma maga, uma vidente polêmica e assustadora que acaba por prever a morte do rei ainda no início da ópera. Oscar, sendo um jovem pajem, é cantado por uma voz aguda de soprano, ou seja, é um papel masculino interpretado por uma mulher. Descontraído e alegre, contrapõe-se na trama à densidade de Amélia. Compondo ainda o pano de fundo, temos os conspiradores Samuel e Tom aos quais Renato se unirá para assassinar Gustavo.

 *Eu assisti ao ensaio geral, a estreia oficial acontece hoje às 20h30 no Palácio da Artes. A ópera fica em cartaz até o dia 9 de novembro.

Fonte:http://fcs.mg.gov.br/programacao/opera-um-baile-de-mascaras/

Cena da ópera
Fonte:http://imgsapp.divirta-se.uai.com.br/app/noticia_133890394703/2013/10/30/147953/20131030075655495090e.jpg

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

13º Aula de Teoria e Pesquisa

Primeiro Horário

 Aula sobre Teatro de Grupo.. 'Mas, mas de acordo com o cronograma era pra ser sobre Nelson Rodrigues e Guarnieri', sim!!! mas a Cynthia resolveu mudar. Ela falou que era importante termos essa aula e realmente foi.

Segundo Horário

 Estavam instalando o ar condicionado no auditório (Aleluiaaaaa), por isso, a aula custou a começar, e quando começou já era 12h00 (pois é)... O Luíz conversou um pouco conosco, a galera que ainda não tinha pego o figurino, pegou, passamos uma cena, ele olhou se o figurino do pessoal estava bacana e então liberou a turma.

Fuiiiiiiiiiii!

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

12º Aula de Interpretação

 Cheguei às 8h e fui ensaiar com o pessoal da Estirpe. Depois, colocamos o figurino e fomos para a sala; o Luíz conversou um pouco conosco. Ele também conferiu a grafia dos nomes para colocar no 'programa da mostra'. Em seguida fomos ensaiar; foi uma passagem boa.
 A atriz Kelly Crifer foi assistir o ensaio, no final ela falou oque achou... Disse que a peça está bem estruturada, que já sabemos as marcações, que damos bem o texto, e que agora precisamos nos apropriar de verdade do personagem, precisamos sentir realmente o momento; a peça. Falou também para não deixarmos a peça virar uma manifestação, apesar do contexto dela ser político.

Por hoje é só!!!

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

12º Aula Expressão Vocal e Corporal

Expressão Vocal

 Fizemos vários aquecimentos corporais e vocais. Em seguida, passamos de onde havíamos parado na última aula.

Expressão Corporal

 Alongamos, dançamos um pouco e aprendemos algumas técnicas de como segurar o colega. Para finalizar a aula, a Dulce assistiu as partes que estavam precisando de um olhar mais apurado.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Dias Gomes

 Dias Gomes (Alfredo de Freitas D. G.), romancista, contista e teatrólogo, nasceu em Salvador, BA, em 19 de outubro de 1922. Faleceu em São Paulo no dia 18 de maio de 1999.
 Filho do engenheiro Plínio Alves Dias Gomes e de Alice Ribeiro de Freitas Gomes, fez o curso primário no Colégio Nossa Senhora das Vitórias, dos Irmãos Maristas, e iniciou o secundário no Ginásio Ipiranga. Em 1935, mudou-se com a família para o Rio de Janeiro, onde prosseguiu o curso secundário no Ginásio Vera Cruz e posteriormente no Instituto de Ensino Secundário.
 Com apenas 15 anos escreveu sua primeira peça, A comédia dos moralistas, que ganhou o 1º lugar no Concurso do Serviço Nacional de Teatro em 1939. Em 1940, fez o curso preparatório para o curso de Engenharia e, no ano seguinte, para o curso de Direito. Ingressou na Faculdade de Direito do Estado do Rio em 1943, abandonando o curso no 3º ano.
 Estreou no teatro profissional em 1942, com a comédia Pé-de-cabra, encenada no Rio de Janeiro e depois em São Paulo por Procópio Ferreira, que com ele excursionou por todo o país. Em seguida, escreveu as peças O homem que não era seu e João Cambão. Em 1943, sua peça Amanhã será outro dia foi encenada pela Comédia Brasileira (companhia oficial do SNT). Assinou contrato de exclusividade com Procópio Ferreira, para a montagem de várias peças subseqüentes.
 Em 1944, a convite de Oduvaldo Viana (pai), foi trabalhar na Rádio Pan-Americana (São Paulo), fazendo adaptações de peças, romances e contos para o "Grande Teatro Pan-Americano". Além de teatro, passou a escrever romances: Duas sombras apenas (1945); Um amor e sete pecados (1946); A dama da noite (1947) e Quando é amanhã (1948). Em 1948, regressou ao Rio de Janeiro, onde passou a trabalhar em várias rádios, sucessivamente: Rádio Tupi e Rádio Tamoio (1950), Rádio Clube do Brasil (1951) e Rádio Nacional (1956).
 Em 1950, casou-se com Janete Emmer (Janete Clair), com quem teve cinco filhos: Guilherme, Alfredo (falecido), Denise, Alfredo e Marcos Plínio (falecido). Em fins de 1953, viajou à União Soviética com uma delegação de escritores, para as comemorações do 1º de Maio. Por essa razão, ao voltar ao Brasil, foi demitido da Rádio Clube. Seu nome foi incluído na "lista negra", e durante nove meses seus textos para a televisão tiveram que ser negociados com a TV Tupi em nome de colegas.
 Em 1959, escreveu a peça O pagador de promessas, que estreou no TBC, em São Paulo, sob direção de Flávio Rangel e com Leonardo Vilar no papel principal. Dias Gomes ganhou projeção nacional e internacional. A peça, traduzida para mais de uma dúzia de idiomas, foi encenada em todo o mundo. Adaptada pelo próprio autor para o cinema, O pagador de promessas, dirigido por Anselmo Duarte, recebeu a Palma de Ouro no Festival de Cannes, em 1962. Nesse ano, recebeu o Prêmio Cláudio de Sousa, da Academia Brasileira de Letras, com a peça A invasão.
 Em 1964, Dias Gomes foi demitido da Rádio Nacional, da qual era diretor-artístico, pelo Ato Institucional n. 1, enquanto O pagador de promessas estreava em Washington e A invasão era encenada em Montevidéu. A partir de então, participou de diversas manifestações contra a censura e em defesa da liberdade de expressão. Ele próprio teve várias peças censuradas durante a vigência do regime militar (O berço do herói, A revolução dos beatos, O pagador de promessas, A invasão, Roque Santeiro, Vamos soltar os demônios ou Amor em campo minado). Fez parte do Conselho de Redação da Revista Civilização Brasileira desde seu lançamento, em 1965.
 Contratado, desde 1969, pela TV Globo, produziu inúmeras telenovelas, além de minisséries, seriados e especiais (telepeças). Apesar da censura, não interrompeu a produção teatral, e várias peças suas foram encenadas entre 1968 e 1980, destacando-se Dr. Getúlio, sua vida e sua glória (Vargas), em parceria com Ferreira Gullar, encenada no Teatro Leopoldina, de Porto Alegre, em 1969; O bem-amado, encenada no Teatro Gláucio Gil, do Rio de Janeiro, em 1970; O santo inquérito, no Teatro Teresa Rachel, do Rio, em 1976; e O rei de Ramos, no Teatro João Caetano, em 1979.
 Em 1980, em decorrência da decretação da Anistia, foi reintegrado aos quadros da Rádio Nacional, e trabalhos seus, como Roque Santeiro, foram liberados para apresentação. Do período pós-Anistia é a peça Campeões do mundo, encenada em novembro de 1980 no Teatro Vila-Lobos, do Rio. Em 1983, Vargas (nova versão de Dr. Getúlio) estreou no Teatro João Caetano, do Rio. No dia 16 de novembro, faleceu sua esposa, a novelista Janete Clair.
 A peça Vamos soltar os demônios (Amor em campo minado), em que procurou discutir a situação do intelectual dentro de um regime político autoritário, já liberada pela censura, estreou no Teatro Santa Isabel, de Recife, em 1984. Nesse ano, Dias Gomes casou-se com Maria Bernardete, com quem teve duas filhas: Mayra e Luana.
 Em 1985, criou e dirigiu, até 1987, a Casa de Criação Janete Clair, na TV Globo. A novela Roque Santeiro foi levada ao ar pela TV Globo, após 10 anos de interdição pela censura. A peça O rei de Ramos foi adaptada para o cinema, com o título O rei do Rio, com direção de Bruno Barreto.
 Dias Gomes conquistou numerosos prêmios por sua atuação no Rádio e por sua obra para teatro, cinema e televisão. Poucas obras, no Brasil, foram tão premiadas quanto O pagador de promessas, que mereceu, entre outros, o Prêmio Nacional de Teatro, do Instituto Nacional do Livro; o Prêmio Governador do Estado de São Paulo; o Prêmio Padre Ventura, do Círculo Independente de Críticos Teatrais; o Prêmio Melhor Autor Brasileiro, da Associação Brasileira de Críticos Teatrais e o Prêmio Governador Estado da Guanabara. No exterior, a peça foi laureada no III Festival Internacional de Teatro em Kaltz (Polônia), em 1963, no cinema, recebeu a Palma de Ouro do Festival Internacional de Cinema de Cannes, em 1962, e o Prêmio Fipa de Prata, de Cannes, em 1988. Outros trabalhos de Dias Gomes também foram distinguidos com os mais importantes prêmios nacionais em sua especialidade.

Obras
Teatro: A comédia dos moralistas (1939); Esperidião, (1938); Ludovico, (1940); Amanhã será outro dia (1941); Pé-de-cabra (1942); João Cambão (1942); O homem que não era seu (1942); Sinhazinha (1943); Zeca Diabo (1943); Eu acuso o céu (1943); Um pobre gênio (1943); Toque de recolher (revista), em parceria com José Wanderlei (1943); Doutor Ninguém (1943); Beco sem saída (1944); O existencialismo (1944); A dança das horas (inédita), adaptação do romance Quando é amanhã (1949); O bom ladrão, (1951); Os cinco fugitivos do Juízo Final (1954); O pagador de promessas (1959); A invasão (1960); A revolução dos beatos (1961); O bem-amado (1962); O berço do herói (1963); O santo inquérito (1966); O túnel (1968); Vargas (Dr. Getúlio, sua vida e sua glória), em parceria com Ferreira Gullar (1968); Amor em campo minado (Vamos soltar os demônios) (1969); As primícias (1977); Phallus, inédita (1978); O rei de Ramos (1978); Campeões do mundo (1979); Olho no olho, inédita (1986); Meu reino por um cavalo (1988).

Televisão: Telenovelas na TV Globo: A ponte dos suspiros, sob o pseudônimo de Stela Calderón (1969); Verão vermelho, (1969/1970); Assim na terra como no céu (1970/1971); Bandeira 2 (1971/1972); O bem-amado (1973); O espigão (1974); Saramandaia (1976); Sinal de alerta (1978/1979); Roque Santeiro (1985/1986); Mandala, sinopse e primeiros 20 capítulos (1987/1988); Irmãos Coragem; Araponga, com Ferreira Gullar e Lauro César Muniz (1990/1991).

Minisséries: Um tiro no coração, em co-autoria com Ferreira Gullar, inédita (1982); O pagador de promessas (1988); Noivas de Copacabana (1993); Decadência (1994); O fim do mundo (1996); Dona Flor e seus Dois Maridos (1998).

Seriados: O bem-amado (1979/1984); Carga Pesado(1979); Expresso Brasil (1987).

Especiais (Telepeças): O bem-amado, em adaptação de Benjamin Cattan, TV Tupi, TV de Vanguarda (1964); Um grito no escuro (O crime do silêncio), TV Globo, Caso Especial (1971); O santo inquérito, em adaptação de Antonio Mercado, TV Globo, Aplauso (1979); O boi santo, TV Globo (1988); A longa noite de Emiliano, inédita, TV Globo.

Romances: Duas sombras apenas (1945); Um amor e sete pecados (1946); A dama da noite (1947); Quando é amanhã (1948); Sucupira, ame-a ou deixe-a (1982); Odorico na cabeça (1983); Derrocada (1994); Decadência (1995).

Contos:  A tarefa ou Onde estás, Castro Alves? In: Livro de cabeceira do homem, ano I, v. III (Civilização Brasileira, 1967); A tortuosa e longa noite de Emiliano Posada, inédito.
Cinema: O pagador de promessas, direção de Anselmo Duarte, Leonardo Vilar, Glória Menezes, Dionísio Azevedo, Geraldo Del Rey, Norma Benguell, Othon Bastos e Antonio Pitanga (1962); O marginal (roteiro), direção de Carlos Manga, com Tarcísio Meira e Darlene Glória (1974); O rei do Rio (adaptação de O rei de Ramos), direção de Bruno Barreto, com Nuno Leal Maia, Milton Gonçalves e Nelson Xavier (1985); Amor em campo minado, direção de Pastor Vera, Cuba (1988).
A obra escrita de Dias Gomes foi reunida na COLEÇÃO DIAS GOMES, coordenação de Antonio Mercado, composta dos seguintes volumes: 1. Os heróis vencidos (1989); 2 . Os falsos mitos (1990); 3. Os caminhos da revolução (1991); 4. Espetáculos musicais (1992); 5. Peças da juventude (1994); 6. Rádio e TV 7. Contos.
Fontes: http://www.infoescola.com/biografias/tennessee-williams/
www.pco.org.br/cultura/tennessee-williams-um-dramaturgo-em-tempos-de-crise/iaio,b.html
www.academia.org.br/abl/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=448&sid=231

Dias Gomes

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

12º Aula de Teoria e Pesquisa

Primeiro Horário

 Aula sobre Samuel Beckett. 
No final da aula a Cynthia passou os nomes que devemos estudar para a prova, são eles:
*Stanislavski
*Meyerhold
*Tchekhov
*Artaud
*Brecht
*Grotowiski
*Peter Brook

Ela dará 3 questões:
*Pensamento;
*Encenador escolhido por nós;
*Encenador escolhido por ela.

Ps: Ela colocou no quadro alguns nomes que vale a pena pesquisar:

*Arthur Adamov
*Edward Albee
*Fernando Arrabal
*Gerog Buchner
*Jean Genet
*Maurice Maeterlinkc
*Arthur Miller
*Heiner Muller
*Eugene O'Neill
*Harold Pinter
*Peter Weiss

(Tem posts de alguns deles aqui no blog!)
Segundo Horário

 Colocamos o figurino e fomos para o auditório. O Luíz pediu que cada núcleo ensaiasse separadamente em outros espaços e que voltássemos para a sala às 11h30 para passarmos um geralzão. Enquanto ensaiávamos, ele marcou a última cena com a Gabi e a Fabíola.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Fotos para o espetáculo..

 Estava no meio da aula de Técnica Vocal na Federal, quando o meu celular tocou; era o Luíz Arthur perguntando se eu poderia ir na PUC às 18h para participar das fotos que seriam tiradas para a divulgação do espetáculo; claro que disse sim né!
 Foi muitaaaaaa correria pra chegar lá no horário, mas eu consegui (graças ao meu pai, que foi praticamente voando da Federal até a PUC).
 As fotos ficaram ótimas. Não tenho nenhuma para colocar aqui agora :( .. mas assim que o programa sair eu coloco.

Novo Visual ^-^

 Acabei decidindo por... Raspar o cabeloooooo!!! 
 Isso mesmo, raspei, não tive escolha, quando a Cynthia decidi uma coisa, ela faz rsrrsrsrsrs. Na verdade eu queria, mas ao mesmo tempo não queria (eterna indecisão kkk), mas por fim eu acabei fazendo. Mudanças são necessárias!
 Num processo como esse é essencial nos desapegarmos... cabelo cresce, o tempo passa, a gente envelhece, as coisas acontecem e se não nos jogarmos, fizermos o que dá vontade, de que vai valer tudo isso?!
Leo e Cynthia no momento da 'ceifa' kkkk

Eu e Gabi

11º Aula de Interpretação... Mudanças!!!

 Marcamos de chegar 8h, isso faz parte do 'projeto' para deixar a turma mais unida. Alongamos, aquecemos a voz e depois fizemos uma roda para conversar sobre a peça, os personagens, etc. O Luíz chegou, acompanhou um pouco da conversa e falou que isso é um bom começo para que as coisas se ajeitem, depois ele disse que faríamos um ensaio diferente...  
 Ele inverteu os papéis de cada um, falou que isso era pra ver se estávamos com a escuta e olhar abertos , pois não precisávamos falar exatamente o texto da outra pessoa, e sim criarmos algo que se encaixasse no contexto, dessa forma, ele verá como cada um está lidando com a montagem. Foi interessante, conseguimos lidar bem com a proposta.
 No final da aula ele conversou mais um pouco com a turma, disse que ia aproveitar o que ele viu para trocar alguns papeis (todos ficaram super apreensivos). Por hora ele trocou duas meninas, falou que vai decidir as outras trocas posteriormente.

domingo, 20 de outubro de 2013

Raspar ou não raspar, eis a questão!

 E mais uma vez eu estou nesse empasse do cabelo. No início do ano era 'cortar ou não cortar', agora é esse aí... Aiiii que dúvida cruel.
 Decidi raspar, mas depois mudei de ideia, aí depois mudei de novo... Quanta indecisão. Vamos ver oq decido até amanhã!

Pensei em fazer assim:
Haja coragem!! rssrrssr

Peça: Dança Burra II

 Ontem eu assisti 'Dança Burra II', um espetáculo de teatro físico de Marcelo Gabriel.
 O solo Dança Burra , criado em 1987, por Marcelo Gabriel, estabelecia um diálogo entre artes plásticas, dança e teatro. Uma instalação cênica que foi apresentada em coletivas e salões de arte, tendo recebido uma referência especial no XX Salão Nacional do Museu de Arte de Belo Horizonte em 1988.
 Dança Burra II aprofunda a análise tendo como fundamento a construção de signos de poder e dominação, sua estrutura no discurso e influência no corpo da linguagem. Sintoma cronificado pelo adestramento do gesto, seu reflexo no comportamento, normatizando o desejo em um corpo social amputado.

Marcelo Gabriel..
 Criador, diretor, ator, dançarino, cantor, escritor, videomaker e artista plástico. Em 1987 fundou a 'Companhia de Dança Burra', por meio da qual busca realizar "uma dança de resistência, um teatro físico que se baseia num depoimento pessoal e intransferível".
 A revista alemâ Tanz Aktuell já o definiu coo "um dos maiores contundentes representantes da cena brasileira de dança". A obra do artista se compõe essencialmente de solos. Dentre outros, recebeu dois prêmios APCA -Associação Paulista de Críticos de Arte, em 1995, pelo espetáculo "O Estábulo de Luxo" (melhor concepção) e em 1996 por "O Nervo da Flor de Aço" (melhor interpretação).
Marcelo Gabriel

sábado, 19 de outubro de 2013

Calourada (Que loucura!)

 Gente do céu, a calourada ontem foi b-a-b-a-d-o!!!
 Nossa, me diverti horrores, ganhei até o concurso de 'Caloura Badalo e Confusão' hahaha.. fui embora com o dia claro já rsrrsrsrs.

 Ta aí uma fotinha pra mostrar que foi loucura - loucura...


Ps: acabei me sujando de tinta rsrrsrs..

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

11º Aula de Expressão Vocal e Corporal

Expressão Vocal 

 Ainda estou gripada (Afff), e a minha calourada da UFMG é hoje (aaaaa, preciso melhorar rápidooo). Mas enfim... Na aula de hoje fizemos uns aquecimentos e alongamentos e em seguida continuamos o ensaio de onde havíamos parado na sexta passada; o Bueno foi orientando, dando dicas pra cada um.

Expressão Corporal

 Antes da aula começar, a turma teve uma conversa para tentar acabar, ou pelo menos minimizar, alguns problemas que estamos tendo. Em seguida, para dar uma 'quebrada no gelo', a Dulce fez uma dinâmica onde todos se abraçavam; se tocavam; trocavam energia, foi muitooooo bacana. Depois o Luíz chegou e então passamos um geralzão.

*Ps: Espero que essa conversa tenha surtido efeito, nem que seja pouco. A questão é a seguinte, a turma tá andando meio desunida, seilá, rola umas 'picuinhas', uma coisa estranha no ar e isso ta refletindo no processo, já que não conseguimos confiar no outro em cena. Espero muito que isso mude logo.

*Ps²: O Luíz sugeriu algumas mudanças para a Estirpe.. e adivinhem só... Pediu para eu raspar o cabelo (o.O) ,isso mesmo, ele quer a Estirpe mais rebelde, com mais estilo, personalidade; disse que cada membro tem que ter sua própria identidade. Essa mudança tem haver com o ensaio que passamos para a Cynthia (aquele que ela disse que estava tudo muito morno, chato), então, depois disso ele resolveu escandalizar rsrsrsrs. Vamos ver oq eu decido..

Por hoje é só.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Jarry

 Nascido em Laval (França), em 1873, Alfred Jarry foi um escritor da última geração simbolista francesa, criador da patafísica e de Ubu, personagem que se tornou mito na literatura do século XX. Foi ainda precursor dos dadaístas e do Teatro do Absurdo.
 Tornou-se conhecido não só por suas hilariantes peças de teatro, mas também por seu excêntrico estilo de vida. Aluno precoce, desde cedo Jarry criou peças de teatro que encenava com marionetes, com colegas de escola.
 Aos 15 anos escreveu sua primeira obra, "Os Poloneses", cujo principal personagem - Ubu Rei - tornou-se um marco no teatro surrealista. Dois anos depois, mudou-se para Paris, com a intenção de ingressar na Escola Normal Superior, mas não conseguiu passar no exame de admissão.
 Em 1893 - Alfred Jarry publicou uma coletânea de poemas, "Les Minutes de Sable Memorial", que logo despertou atenção do público. Neste mesmo ano, perdeu pai e mãe, recebendo uma pequena herança.
 Em 1894 - foi convocado para servir o exército, mas seu comportamento irrequieto, aliado a uma compleição física atarracada, fez com que fosse dispensado. Jarry retornou a Paris, onde continuou a escrever, em meio a uma vida desregrada.
 No dia 10 de dezembro de 1896, "Ubu Rei", sua peça mais importante, estreou no teatro em Paris com a expressão "merdre", que a partir daquele momento se tornou um símbolo tão forte da obra de Jarry que devorou seu criador. O personagem se tornou sinônimo de absurdo, violência, covardia e estúpido exercício do poder, ele revolucionou a criação teatral, trazendo liberdade, imaginação e brincadeira, e Jarry passou a ser chamado de Ubu por seus fãs.
 A origem desta peça foi, em certa medida, coletiva. Jarry, com alguns colegas de escola, imaginou a figura de Ubu para zombar de um professor de física e depois a desenvolveu. Apesar de não ter sido bem recebida na época, tornou-se uma das obras fundamentais do teatro moderno.
 Jarry escreveu também poesia simbolista e um romance, "O Supermacho". Foi autor do livro "Gestos e Opiniões do Doutor Faustroll, Patafísico", obra que só foi publicada postumamente. Neste livro, Jarry desenvolveu uma esdrúxula filosofia baseada na superação da metafísica e na desconstrução do real em direção ao absurdo.
 Uma das características do conjunto de sua obra é a atuação de seus personagens na eternidade. Assim, a obra "Ubu Rei" se passa na Polônia (ou seja, em Lugar Nenhum, que está em todos, segundo o autor) e o Doutor Faustroll, como possuidor do conhecimento absoluto, se encontra em um espaço imaginário.
 Jarry transitou entre teatro, romance, poesia, música e pintura, mas sem se fixar definitivamente em nenhuma delas, mas somando seus conhecimentos diversos e dispersos para dar dimensão à sua breve e potente obra.
 Como chegou a afirmar, "um cérebro realmente original funciona exatamente como o estômago de um avestruz: tudo cai bem, pulveriza cascalho e retorce pedaços de ferro". O autor esteve em contato com artistas e escritores da época (entre Gauguin, Mallarmé, Valèry) e influenciou nomes como Miró, Picasso, Ernst, Man Ray, Tanguy e Matta.
 Acometido de tuberculose e com a saúde já debilitada pelo uso abusivo de álcool e drogas, Alfred Jarry morreu aos 34 anos, em Paris. Deixou numerosos escritos, no campo da poesia, da crítica, do ensaio e do teatro.
 Após sua morte, Antonin Artaud e Roger Vitrac fundaram em 1927 o Théatre Alfred Jarry, e em 1948, foi inaugurado o Collège de Pataphysique (Colégio de Patafísica), que divulga a prática e a exegese da ciência das soluções imaginárias e a obra de Jarry.
Fontes: http://educacao.uol.com.br/biografias/alfred-jarry.jhtm - www.peixotoneto.com.br/alfred-jarry

Alfred Jarry

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Que dia [Bad]!!!

 Cruz credo nesse dia de hoje, nóoo, muito ruim, seilá, estava me sentindo muito estranha; sentindo uma vibe esquisita, sabe?!. Pra começar, ontem fui dormir com a garganta muito bad, aí, hoje acordei com dor de cabeça, dor no corpo, a garganta pior do que já tava e com náusea (princípio de gripe afffff).
 Para polpar a voz e amenizar a dor de garganta, eu resolvi ficar mais na minha.. mas acontece que isso é difícil, as pessoas começam a te fazer um monte de perguntas, tipo, é quase impossível ter sossego.. Tá, eu sei que teatro é unidade; contato; interação e etc, mas tem dia que não dá, por mais que você tente, tem dias que você acorda de mal humor. Será que eu posso??!
 Enfim, só queria deixar isso registrado aqui. Espero que amanhã tudo esteja melhor.. como diz aquele ditado popular: "Nada como um dia após o outro".

11º Aula de Teoria e Pesquisa

Primeiro Horário

 Aula sobre Anton Tchekhov e Luigi Pirandello.

Segundo Horário 

 A Cynthia e sua turma foram assistir nosso ensaio. No final ela falou oq achou.
Ela a.c.a.b.o.u. com a turma; falou que estava morno, chato, que todos estavam sem 'vida interior' (tirando algumas exceções) e que precisávamos melhorar/trabalhar/ensaiar muitoooooooo. O Luíz acrescentou algumas coisas na fala dela, enfim, não foi nada bom.
Temos muito trabalho pela frente!!

sábado, 12 de outubro de 2013

Peça: Tudo de Nós

 Ontem eu fui assistir "Tudo de Nós".
 O espetáculo é uma peça autobiográfica sobre quatro jovens amigos que, reunidos num quarto, revivem, encenam e discutem questões de sua adolescência e juventude. Laura, Luciana, Malu e Matheus são atores-personagens da peça, cuja dramaturgia reúne prioritariamente textos escritos por eles, assumidos tanto pelo seu autor quanto por outros atores, colocados para o público para se perceber no outro e reconhecer-se nele. Aos textos pessoais somam-se na tessitura dramatúrgica fragmentos do clássico romance 'O Apanhador no Campo de Centeio' (de J. Salinger), músicas, notícias, textos enviados pelo público, narrativas, excertos do diário de montagem.
 Com dramaturgia e encenação de Juarez Guimarães Dias e Léo Quintão, ”Tudo de nós” é o primeiro espetáculo do grupo Pierrot Teen, segunda geração da Cia. Pierrot Lunar. Foi concebido como um projeto de pesquisa sobre o tema que envolveu leituras, estudos, experimentos e exercícios cênicos.
 O projeto surgiu do desejo desses jovens atores de expressarem suas inquietações e questões sobre a adolescência, rompendo os lugares-comuns e clichês e revelando o quão humano somos independente de nossa faixa etária. O trabalho, portanto, parte do individual para compreender o universal ao confrontar esses personagens com os espectadores, diluindo as fronteiras entre realidade e ficção.
 O ineditismo da proposta está em oferecer espaço para que o adolescente/ jovem fale por si para o público de sua idade, aspecto raramente encontrado na literatura, cinema e teatro que muitas vezes se prendem a visões adultas sobre o tema e personagens, resultando em pontos-de-vista muitas vezes equivocados, parciais e estereotipados.

A Cia. Pierrot Lunar

 É um grupo artístico-cultural que realiza pesquisa de linguagem sobre encenação de textos narrativos e modos de relacionamento estético e ético com o público espectador, investindo na criação de espetáculos, oficinas de formação complementar, atividades de extensão à comunidade e programação de sua sede.

Fonte:http://www.guiaentradafranca.com.br/popularG.php?idUrl=5530

Pierrot Teen em cena com #Tudo de Nós.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

10º Aula de Expressão Vocal e Corporal

Expressão Vocal

 Fizemos algumas dinâmicas para aquecer a voz e em seguida passamos um geral a partir de onde tínhamos parado na última aula. O Bueno foi trabalhando a fala de cada um.

Expressão Corporal

 Passamos um geralzão. O Luíz acompanhou a aula e deus uns toques no final da passada.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

10º Aula de Teoria e Pesquisa

Primeiro Horário

 Tivemos uma aula sobre Peter Brook e Teatro da Vertigem.

Segundo Horário

 O Luíz reuniu a turma e passou as marcações da cena final, em seguida passamos um geralzão.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

10º Aula de Interpretação

 Hoje eu que fiz o aquecimento da turma.. O Luíz estava resolvendo alguns problemas da escola, aí pediu que eu assumisse a galera; fiz um aquecimento vocal e corporal. Em seguida ele chegou, reuniu a turma, marcou algumas modificações e depois passamos um geralzão (experimentando essas modificações).

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

9º Aula de Expressão Vocal e Corporal

Expressão Vocal

 Alongamos, fizemos alguns aquecimentos vocais e passamos um geralzão. O Bueno foi orientando cena por cena, fala por fala; passamos metade da peça.
 Achei bom isso que ele fez, pois muitas vezes achamos que o texto tá bom, mas na verdade não está, aííi quando alguém dá um rumo, as coisas se esclarecem.

Expressão Corporal

 Caminhamos pela sala, fizemos algumas dinâmicas e passamos um geralzão.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

9º Aula de Teoria e Pesquisa

Primeiro Horário

 Aula sobre Bob Wilson e Gerald Thomas.

Segundo Horário

 O auditória hoje seria usado para uma apresentação, por isso, tivemos aula na sala branca. O Mauro (maquiador e figurinista da PUC) e um aluno foram assistir o ensaio. Passamos um 'diretão'; eles deram suas opiniões e depois o Mauro decidiu os figurinos-cabelos-adereços. Para finalizar a aula, o Luíz falou as suas impressões.

;)

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

9º Aula de Interpretação

 O Luíz marcou a cena das '3 mulheres', modificou um pouco a coreografia que a Estirpe faz nessa cena e depois passamos um geralzão.

Ps: Estou sendo muito breve nesses pots, pois estou realmente com muitos trabalhos; tá uma loucura..

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

8º Aula de Expressão Vocal e Corporal

 As aulas de hoje foram meio diferentes. O Bueno não pode ir, por isso, fizemos aula da Dulce junto com o 1º módulo; caminhamos pela sala, jogamos almofada, fizemos uma dinâmica de falar uma frase do nosso texto da peça, uma dinâmica de direcionar a energia, etc... .
 Depois, o Luíz chegou e assumiu o controle da nossa turma. Ele marcou a cena da Tássia - Marcos/Daniela. Em seguida passamos um 'geralzão'. Para finalizar, ele adicionou uma movimentação da Estirpe no final desta cena.

Fuiiiiiiiiiiiiii!

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

8º Aula de Teoria e Pesquisa

Primeiro Horário

 Aula sobre Eugênio Barba e Antunes Filho.

Segundo Horário

 Aquecemos coletivamente e passamos um 'geralzão'.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

8º Aula de Interpretação

 O Luíz chegou, colocou uma música do Sepultura, separou a turma em grupos e pediu que montássemos partituras físicas/coreografias no ritmo da música. Ele saiu da sala e deu um tempo para nos organizarmos. Quando voltou pediu que fizéssemos, individualmente, uma improvisação em cima da música [pegou todos de surpresa, já que a proposta era outra rsrs]. Para finalizar a aula, apresentamos a coreografia montada em grupo e passamos um 'geralzão'.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

7º Aula de Expressão Vocal e Corporal

Expressão Vocal

 Fizemos alguns aquecimentos vocais associados a uns alongamentos, em seguida passamos um 'geralzão'. Ao final da passagem o Bueno falou oque achou, deu uma dicas, etc..

Expressão Corporal

 Caminhamos pelo espaço, alongamos e fizemos algumas dinâmicas trabalhando as diagonais. Para finalizar, passamos uma partitura da peça que precisava ser revisada.

;)

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Improvisação - ''E agora?''

 Fizemos um jogo muito divertido hoje, chamado - E Agora?.
 A proposta era a seguinte:

*O jogo é em grupo...Uma pessoa começa uma ação, daí ela pergunta - e agora? , aí alguém sugere outra ação dando sequência na história; essa pessoa então pergunta - e agora?, aí outra pessoa sugere outra coisa e assim por diante.

Outra forma de jogar: Uma pessoa faz sozinha e outras duas ficam 'de fora' dando as ações e mudando o rumo da história.

7º Aula de Teoria e Pesquisa

Primeiro Horário

 A Cynthia deu uma aula sobre Grotowisk.

Segundo Horário

 O Luíz marcou a cena do Leo/Tássia - Marcos/Daniela.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

7º Aula de Interpretação

 Passamos um 'geralzão' pra aquecer. Em seguida o Luíz fez a marcação de uma nova cena; cena essa que tinha fala da Estirpe (por isso ele pediu na sexta-feria que todos decorassem). Ele pediu que todos falassem juntos, como não deu certo, foi ouvindo separadamente, como só uma menina sabia tudo, ela ficou com a cena. Após a marcação ele falou algumas coisas.

Ps: Dei muito mole em não ter decorado o texto, eu era capaz, não fiz por preguiça.. Estou decepcionada/envergonhada, não por ter perdido a cena, mas pela falta de compromisso que eu tive. =/

Por hoje é só!

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

6º Aula de Expressão Vocal e Corporal

 Os dois horários hoje foram com o Luíz. Ele marcou mais algumas coisas e em seguida passamos um 'geralzão' 2 vezes.

 Por hoje é só...
Tenho muitoooooooo trabalho pra fazer.. Fuiiiii!

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Show da Beyoncé

 Ontem fui ao show da diva mais linda de todas, Beyoncé. Sei que não tem nada haver com o teatro, mais tenho que postar isso porque foi muito perfeito. O show começou com um certo atraso, mas tudo bem, pois foi lindo d+.
 Dancei, cantei, gritei, pulei, chorei, extravasei, curti muitoooooooo. Vlw muito a pena!!!

Ps: Acordei com o corpo todo dolorido, mas isso eu já estava prevendo rsrsrsrrs

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

6º Aula de Teoria e Pesquisa

Primeiro Horário

 Aula sobre Antonin Artaud e Grupo Oficina.

Segundo Horário

 Alongamos rapidamente e fomos marcar cena; hoje o Luíz marcou uma das cenas da Elaine e da Gabi. Para finalizar a aula passamos um geral.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

6º Aula de Interpretação

 Fizemos um breve aquecimento e depois fomos experimentar o figurino (somente quem é da Estirpe). Em seguida começamos o ensaio;  o Luíz marcou mais algumas coisas.. Passamos várias vezes.

*O figurino será um macacão verde e uma botinha preta.

domingo, 8 de setembro de 2013

Livro: Antígona

 Hoje eu li Antígona, de Sófocles.
Composta por volta de 442 A.C., é uma das sequências de 'Édipo Rei'.. É um livro bom de ler, comecei e terminei no mesmo dia :)

Resumo:
 Polinices tenta destruir Tebas, onde Creonte, irmão de Jocasta, tinha se tornado rei. O seu irmão, Etéocles, defende a cidade e é morto por Polinices, que também morre no confronto. Tebas é salva, quando Menoceu, filho de Creonte, se atira para uma fogueira, pois fora previsto que a cidade só se salvaria se um dos filhos de Creonte fosse sacrificado aos Deuses. Antígona volta à cidade e a história começa quando ela descobre o édito de Creonte: Etéocles será enterrado, mas Polinices será deixado a apodrecer para servir de comida às aves sem que tenha direito sequer a prantos.
 Antígona quer enterrar o irmão Polinices mesmo indo contra a lei de Creonte. Ismena, pelo contrário, aconselha-a a não o fazer, mas acaba por não a convencer e promete não contar nada a ninguém. No entanto, como se descobre mais tarde, começa a agir de forma comprometida.
 O corpo de Polinices era vigiado por várias sentinelas, de forma a que a lei fosse cumprida, mas um dia as sentinelas encontram o corpo enterrado. Hesitante um dos guardas acaba por contar o sucedido a Creonte, que os obriga a desenterrar o corpo e os ameaça de morte caso não encontrei o culpado, acusando-os de terem sido subornados.
 Eventualmente os guardas apanham Antígona que, entretanto, está noiva de Hémon, filho de Creonte, o qual está perdidamente apaixonado por ela. A jovem confessa tudo e Creonte acusa Ismena, que tenta ficar com parte da culpa, enquanto que a irmã diz que tem vergonha dela por não ter honrado os mortos. Creonte acaba por perdoar Ismena, mas condena Antígona a ser enterrada numa gruta, onde não poderá ver o sol ou falar com ninguém, apenas deixando um pequeno buraco para lhe darem o mínimo indispensável de comida, de forma a não atraírem a vingança dos Deuses.
 Hémon fala com o pai, tentando convence-lo a soltar Antígona através da razão, mas não consegue e acaba fugindo angustiado. Depois o adivinho Tirésias recebe um terrível presságio e corre para aconselhar o rei a libertar Antígona e enterrar Polinices, dizendo que pedaços do corpo dele estão espalhados por toda a cidade, trazidos pelas aves, e a contaminam. Ainda assim, Creonte recusa e Tirésias prevê que, por isso, o sangue da sua família correrá em breve.
 Temeroso, Creonte pede concelho ao coro de anciãos tebanos, que lhe dizem que o melhor é fazer o que o adivinho disse. Ele enterra Polidices e depois vai soltar Antígona. Mas ouve gritos do filho dentro da caverna e corre, para encontrar Antígona enforcada, por suicídio, e Hémon chorando agarrado a ela. O filho cospe-lhe na cara, odiando-o, e mata-se enterrando a sua própria espada no peito. Creonte sofre. 
 Um sentinela corre ao palácio, onde Eurídice, mulher de Creonte, se inteira do sucedido e vai para o palácio em silêncio. Quando Creonte volta a Tebas recebe a notícia de que a mulher o culpa de tudo, incluindo a morte do outro filho, e se matara furando o fígado com as próprias mãos.
 A tragédia acaba com o coro a aconselhar os homens a seguir a sabedoria, pois só ela traz a felicidade.

Fonte: http://www.portuskale.org/historia/obras/sofocles_antigona.html

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Novo professor de improvisação ^-^

 O novo professor de improvisação chegou \o/ ... Ele é muito gente boa.
 Fizemos uma roda e fomos nos apresentando, depois, ele passou uma dinâmica muito bacana, a proposta era a seguinte:
 Tínhamos que pegar um presente imaginário e entregar para a pessoa que estava ao lado, a pessoa recebia e dava a forma e a utilidade que quisesse para ele; na primeira rodada o presente era bom, sendo assim, tinha que ser recebido com muita alegria e euforia.. Já na segunda vez, a intenção era não gostar do presente, porém , nós não podíamos demonstrar o desgosto.
 A aula foi realmente muito boa.
;)

5º Aula de Expressão Vocal e Corporal

Expressão Vocal

 Os exercícios que fizemos hoje foram focados na respiração. No final da aula, o Bueno passou um dever de casa, temos que escrever uma reflexão sobre "a respiração como ponto de partida para influenciar o corpo cênico".

Expressão Corporal

 Começamos caminhado e correndo pela sala, depois, fizemos uma dinâmica utilizando lenços e em seguida 'caminhamos no corpo do personagem'; a Dulce fez isso para que pudéssemos sentir melhor o estado físico do nosso personagem. Para finalizar, ensaiamos a cena 1 várias vezes.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Trote na federal..

 Estávamos tendo aula do Arnaldo.. Tudo muito pacato, quieto, dentro dos conformes... De repente os veteranos entraram na sala... E então aconteceu o tão aguardado: Troteeeeeeeeeeeee!!!
 Foi muito divertido, eles fizeram várias brincadeiras com a turma.. para finalizar, passaram tinta e colocaram a gente pra sair cantando pelo Campus e pra pedir dinheiro para pagar as bebidas.. foi muito bacana.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

5º Aula de Teoria e Pesquisa

 O Luíz não ia poder dar aula hoje, por isso, tivemos os dois horários com a Cynthia. Ela aproveitou pra encher muito (muito mesmo) o quadro, pra ter uma ideia do tanto que copiamos, foram 8 páginas do meu caderno, que é comprido. A aula foi sobre Brecht e Augusto Boal.
 Para finalizar, fizemos a leitura da peça.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

5º Aula de Interpretação

 A sala hoje tava lotada, isso porque a Cynthia faltou e então o Luíz precisou juntar os 3 módulos, imagina só!!!
 Fizemos alguns aquecimentos, corremos pela sala, fizemos a dinâmica dos nomes e depois fomos ensaiar a cena de abertura; o Luíz remarcou algumas coisas. Após ensaiarmos um pouco, apresentamos para o pessoal do 1 módulo, em seguida, foi a vez deles de mostrar o exercício que eles estavam ensaiando.

domingo, 1 de setembro de 2013

O que é Performance?

 De acordo com a definição de iDicionário Aulete, performance  significa “desempenho em uma exibição” ou “evento geralmente improvisado em que o(s) artista(s) se apresenta(m) por conta própria”. Nesse sentido, a performance liga-se ao happening (os dois termos aparecem em diversas ocasiões como sinônimos), sendo que neste o espectador participa da cena proposta pelo artista, enquanto na performance, de modo geral, não há participação do público.
 A performance deve ser compreendida a partir dos desenvolvimentos da arte pop, do minimalismo e da arte conceitual, que tomam a cena artística nas décadas de 1960 e 1970. A arte contemporânea, põe em cheque os enquadramentos sociais e artísticos do modernismo, abrindo-se a experiências culturais díspares. Nesse contexto, instalações, happenings e performances são amplamente realizados, sinalizando um certo espírito das novas orientações da arte: as tentativas de dirigir a criação artística às coisas do mundo, à natureza e à realidade urbana. Cada vez mais as obras articulam diferentes modalidades de arte - dança, música, pintura, teatro, escultura, literatura etc.
 Originada do idioma francês antigo, a palavra performance vem de accomplir – parformer, que significa concluir, conseguir, cumprir ou fazer. Pode ser identificada como alguma tarefa que tem a sua realização feita com êxito. A expressão vem do latim, idioma em que se forma pelo prefixo per + formáre, significando estabelecer, dar forma ou formar. Porém, em explicações mais simplificadas, pode ter o sentido de execução de uma tarefa qualquer.
 A palavra performance foi emprestada do inglês à língua portuguesa recentemente e pode ser considerada uma forma de estrangeirismo. A expressão é utilizada com maior frequência no campo artístico. Geralmente, serve para análises de apresentações como malabarismo, mímica, mágica, teatro, canto e dança, em referência aos performers. Nos EUA, durante o século XX, há o surgimento de um gênero de arte chamado Performance Art, resultante da síntese do teatro, cinema, dança, poesia, música e artes plásticas.
 Ainda no campo das artes, as performances são divididas da seguinte forma: musicais (concerto e recital) e teatrais (teatro musical, dança moderna, ballet, operetta, ópera e teatro). Ainda podem ser caracterizadas como mágica, leitura de poesia, arte viva, performance arte, apresentações circenses e leituras de histórias.
 No Brasil, o pioneiro a realizar performances foi Flávio de Carvalho, representante do Movimento Modernista interessado pelo experimental. Uma de suas performances mais polêmicas foi quando começou a andar no sentido contrário de uma procissão de Corpus Christi. Na ocasião, ele vestia uma boina verde e uma blusa de manga curta. Sua ação perturbou os integrantes da procissão, que quase o lincharam. O artista acabou na delegacia pelo episódio.
 Outra de suas apresentações ocorreu no centro histórico da cidade de São Paulo. Flávio de Carvalho saiu de seu ateliê e começou a caminhar pelas ruas da região central com uma saia verde, uma meia arrastão, blusa de mangas curtas e sandálias de couro. Com isso, queria mostrar que esta seria a forma mais adequada de se vestir no Brasil, país com clima tropical. Além disso, era uma forma do artista criticar a moda que vinha da Europa, onde o clima é frio. Existem casos em que a performance arte é extrema. Chris Burden, artista norteamericano, chegou a rastejar por um piso lotado de cacos de vidro, foi crucificado em cima de um automóvel e levou tiros em suas apresentações
Fontes:
http://www.infoescola.com/artes/performance/
http://www.itaucultural.org.br/aplicExternas/enciclopedia_ic/index.cfm? fuseaction=termos_texto&cd_verbete=3646

sábado, 31 de agosto de 2013

Oficina de Iluminação

 Hoje participei de uma oficina de iluminação com a Marina Arthuzzi; foi muito bom, aprendi bastante. Ela contou a história da iluminação, falou de física, mostrou vários refletores, filtros, gelatinas...
Valeu muito a pena!!! 

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

4º Aula de Epressão Vocal e Corporal

Primeiro Horário

 Fizemos uma roda e o Bueno passou vários aquecimentos vocais, em seguida fizemos uma dinâmica que trabalhava corpo e voz ao mesmo tempo.

Segundo Horário

 Caminhamos pela sala, aquecemos um pouco, fizemos uma dinâmica utilizando uma almofada e um lençol e em seguida passamos a cena de abertura para a Dulce dar uma 'limpada'; passamos várias e várias vezes.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

4º Aula de Teoria e Pesquisa

Primeiro Horário

 Aula sobre Meyerhold e Piscator.

Ps: A Cynthia acrescentou mais uma pesquisa para a semana que vem, além da pesquisa sobre o 'Grupo Tapa', ela também pediu para pesquisarmos 'O que é Performance?'.

Segundo Horário

 Marcação de cena e ensaio.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

4º Aula de Interpretação

 O Luíz marcou a cena de abertura e a 1º cena. O desenho cênico está ficando muito interessante; ele tá trabalhando com diagonais e intercalações.

Por hoje é só!!!

sábado, 24 de agosto de 2013

Recadinhos 'carinhosos' rsrsrsrs

 Um dia desses aí (ñ lembro qual) estava saindo da aula de corpo na federal e tinha vários bilhetinhos na porta da sala. Achei tão simpático.. aliás, os veteranos são uns fofinhos, ontem por exemplo, eles fizeram um pique-nique super delicioso pra minha turma, gracinha demais né.
 Peguei todos os bilhetinhos e resolvi postar as frases aqui:


"Coragem!". - Prof Arnaldo Alvarenga
"Se preparem! mwa hahahaha. - A mais devassa"
"Gata me liga, mais tarde tem balada. - Veterana devassa"
"Aguardem! Muahahahaha".
"Tchutchuca treme o bumbum treme! treme! treme".
" Não era amor, era cilada!".
"Vai descendo gostoso balançando a bundinha!".
"Pesquisar para sofre menos: Quem matou o comendador??? - Veterana sexy".
"Sabe aquele dia que tu acorda de ressaca?.. Se prepare para o trote".
"Gente bonita ganha bebia - Veterana Assanhada".
"Pre para... se depile bunito".
"Diga sim ao violador, se não souber, tranca a matrícula".
"Não proponha calouro, reaja!".
"Depilem-se".
"Vão coisar? que delííííícia...".
"Quem tá pronto pra fazer pole dance no Cabral? - Veterana Habilidosa".
"Al al al, o Cabral é muito mal! >:)".
"#sepreprarem".
"Cuidado queridos, já conhecem o passa bala? Falem comigo! hohoho - A sagaz".
"Ela corre na areia da praia e bate com bumbum na água - Veterana devassa".
"Suba o palato e desce a laringe! - Prof. Luciana Monteiro".
"Vai começar a putariaaaaa - Veterana Diva".
"Tragam vaselina nas mochilas!!! Diga não à dor e sofrimento!!! Vai começar a ...".
"Se depilem para o nosso grande encontro!!! - Veterano bonito".
"Venham com roupas íntimas sensuais, para conhecer o corredor das sensações! - Veterana Gostosa".
"O trote vai ser dionisíaco".
"Os peidos saem da buna, as pombas dos pombais, as pombas um dia voltam, os peidos não voltas jamais".
 kkkkkkk, morri de rir.

;)