Apresentada pela primeira vez no Teatro Apolo de Roma, em 1859, a obra baseia-se numa história real: o assassinato do rei Gustavo III da Suécia, num atentado durante um baile de máscaras, em 1792. O libreto é uma adaptação feita pelo poeta Antonio Somma do libreto de ‘Gustavo III’, escrito pelo dramaturgo francês Eugène Scribe para a ópera de Daniel Auber, em 1833.
O melodrama se desenvolve em cinco diferentes cenários e estrutura-se em três atos, com uma duração total de 2h40, incluindo dois intervalos de 20 minutos cada.Sinopse
Gustavo III aparece nesta ópera como um homem bem humorado, às vezes inconsequente, apaixonado inconfesso por Amélia – além de homem público generoso e carismático. Amélia, principal papel feminino, é uma mulher aflita e angustiada. Casada com Renato, sofre por amar outro homem que não o seu marido: o próprio rei Gustavo. Renato é o conselheiro e fiel amigo do rei. Homem de nobre caráter que sequer suspeita da paixão daquele por sua esposa e que, quando a descobre, se enche de fúria, mágoa e tristeza – vindo a planejar o atentado fatal. Ulrica é uma maga, uma vidente polêmica e assustadora que acaba por prever a morte do rei ainda no início da ópera. Oscar, sendo um jovem pajem, é cantado por uma voz aguda de soprano, ou seja, é um papel masculino interpretado por uma mulher. Descontraído e alegre, contrapõe-se na trama à densidade de Amélia. Compondo ainda o pano de fundo, temos os conspiradores Samuel e Tom aos quais Renato se unirá para assassinar Gustavo.
*Eu assisti ao ensaio geral, a estreia oficial acontece hoje às 20h30 no Palácio da Artes. A ópera fica em cartaz até o dia 9 de novembro.
Fonte:http://fcs.mg.gov.br/programacao/opera-um-baile-de-mascaras/
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| Cena da ópera |
Fonte:http://imgsapp.divirta-se.uai.com.br/app/noticia_133890394703/2013/10/30/147953/20131030075655495090e.jpg

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