O Espetáculo
A peça é baseada na famosa história "Alice no País das Maravilhas". O espetáculo prendeu totalmente a minha atenção... Ele é a Alice em versão múltipla, defendida por elenco em sintonia.
Apesar de trazer princesas, rainhas, madrastas más e um mundo fantástico Esta não é uma peça infantil, com direção de Lenine Martins, não é um espetáculo voltado para crianças. Na montagem, são utilizados para levantar questionamentos fundamentais, que muitas vezes não são respondidos nem mesmo ao atingir a maturidade. O espetáculo se ancora no humor existencialista do Teatro do Absurdo.
O espetáculo foi concebido de forma a promover a imersão do público em toda a montagem, com a quebra da quarta parede em diversos momentos. A trilha sonora e musical, assinada pelos alunos e o diretor, é outro destaque. São músicas infantis dividindo o espaço com uma composição original e hits de bandas de pop e rock como Pink Floyd.
A narrativa é orientada por Alice, inspirada na personagem homônima de Lewis Carroll, que em sua festa de aniversário é confrontada pela madrasta. Depois de uma discussão, Alice começa a pensar sobre as questões: “O que você quer da vida?”, “O que você quer ser?”. A partir desses questionamentos, se desdobram vários cenários em um mundo nada receptivo. Todas as cenas do espetáculo se passam na cabeça de Alice, dentro de seu quarto.
ENVOLVIMENTO INTEGRAL DOS ALUNOS
A adaptação do espetáculo foi coordenada por Lenine Martins, responsável também pela dramaturgia, mas os textos e cenas foram elaborados pelos alunos que, divididos em comissões, participaram da concepção dos cenários, figurinos, maquiagem, iluminação, produção e trilha. O professor trabalhou com o grupo de 17 formandos, com idade entre 20 e 40 anos, durante um ano e meio. O espetáculo surgiu da utilização de jogos e improvisações em aulas de interpretação.
Brincadeiras como dança das cadeiras, “pique-pega”, “esconde-esconde”, Telefone sem fio e o “altas” foram o ponto de partida para a concepção da estrutura do espetáculo que se ancora também na utilização de temas infantis para refletir sobre temáticas urbanas como solidão x coletivo virtual, aspirações da infância x realidade, criminalidade x contos de fada.
SOBRE LENINE MARTINS
Lenine Martins é ator, diretor e dramaturgo, natural de Coronel Fabriciano / MG. É professor de Interpretação do Centro de Formação Artística da Fundação Clóvis Salgado (Cefar). Fundador e integrante da Maldita Companhia de Investigação Teatral. Tem como eixos de trabalho o mascaramento pelo objeto; a narrativa épico-dramática; o corpo sonoro e a ocupação de espaços cênicos e não cênicos; alternativos e rua. Como ator, atuou em “A Casa das Misericórdias” (2002) e “Cara Preta” (2009), ambos montados pela Maldita Companhia de Investigação Teatral. Como diretor, assina vários espetáculos, como: “A Pequena Mahagony”, “O Balcão”, “Jogo do Bicho”, “Prato do Dia”, “Estamos Trabalhando para Você”, “Essa Peça não tem Preço” e “Fábrica de Cimento”.
SOBRE O CEFAR
O Centro de Formação Artística da Fundação Clóvis Salgado (Cefar) integra a política do Governo de Minas de fomento à formação em arte, direcionada ao jovem artista e aos profissionais recém-formados. Oferece cursos técnicos, profissionalizantes e de extensão destinados à capacitação, qualificação, aperfeiçoamento e atualização de crianças, jovens e adultos nas áreas de teatro, dança e música.
SOBRE ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS
É a obra mais conhecida de Charles Lutwidge Dodgson, publicada a 4 de julho de 1865 sob o pseudônimo de Lewis Carroll. É uma das obras mais célebres do gênero literário nonsense. O livro conta a história de uma menina chamada Alice que cai numa toca de coelho que a transporta para um lugar fantástico povoado por criaturas peculiares e antropomórficas, revelando uma lógica do absurdo característica dos sonhos. Este está repleto de alusões satíricas dirigidas tanto aos amigos como aos inimigos de Carroll, de paródias a poemas populares infantis ingleses ensinados no século XIX e também de referências linguísticas e matemáticas frequentemente através de enigmas que contribuíram para a sua popularidade. Trata-se de uma obra de difícil interpretação, pois contém dois livros num só texto: um para crianças e outro para adultos. Fonte: http://fcs.mg.gov.br/programacao/esta-nao-e-uma-peca-infantil/
Apesar de trazer princesas, rainhas, madrastas más e um mundo fantástico Esta não é uma peça infantil, com direção de Lenine Martins, não é um espetáculo voltado para crianças. Na montagem, são utilizados para levantar questionamentos fundamentais, que muitas vezes não são respondidos nem mesmo ao atingir a maturidade. O espetáculo se ancora no humor existencialista do Teatro do Absurdo.
O espetáculo foi concebido de forma a promover a imersão do público em toda a montagem, com a quebra da quarta parede em diversos momentos. A trilha sonora e musical, assinada pelos alunos e o diretor, é outro destaque. São músicas infantis dividindo o espaço com uma composição original e hits de bandas de pop e rock como Pink Floyd.
A narrativa é orientada por Alice, inspirada na personagem homônima de Lewis Carroll, que em sua festa de aniversário é confrontada pela madrasta. Depois de uma discussão, Alice começa a pensar sobre as questões: “O que você quer da vida?”, “O que você quer ser?”. A partir desses questionamentos, se desdobram vários cenários em um mundo nada receptivo. Todas as cenas do espetáculo se passam na cabeça de Alice, dentro de seu quarto.
ENVOLVIMENTO INTEGRAL DOS ALUNOS
A adaptação do espetáculo foi coordenada por Lenine Martins, responsável também pela dramaturgia, mas os textos e cenas foram elaborados pelos alunos que, divididos em comissões, participaram da concepção dos cenários, figurinos, maquiagem, iluminação, produção e trilha. O professor trabalhou com o grupo de 17 formandos, com idade entre 20 e 40 anos, durante um ano e meio. O espetáculo surgiu da utilização de jogos e improvisações em aulas de interpretação.
Brincadeiras como dança das cadeiras, “pique-pega”, “esconde-esconde”, Telefone sem fio e o “altas” foram o ponto de partida para a concepção da estrutura do espetáculo que se ancora também na utilização de temas infantis para refletir sobre temáticas urbanas como solidão x coletivo virtual, aspirações da infância x realidade, criminalidade x contos de fada.
SOBRE LENINE MARTINS
Lenine Martins é ator, diretor e dramaturgo, natural de Coronel Fabriciano / MG. É professor de Interpretação do Centro de Formação Artística da Fundação Clóvis Salgado (Cefar). Fundador e integrante da Maldita Companhia de Investigação Teatral. Tem como eixos de trabalho o mascaramento pelo objeto; a narrativa épico-dramática; o corpo sonoro e a ocupação de espaços cênicos e não cênicos; alternativos e rua. Como ator, atuou em “A Casa das Misericórdias” (2002) e “Cara Preta” (2009), ambos montados pela Maldita Companhia de Investigação Teatral. Como diretor, assina vários espetáculos, como: “A Pequena Mahagony”, “O Balcão”, “Jogo do Bicho”, “Prato do Dia”, “Estamos Trabalhando para Você”, “Essa Peça não tem Preço” e “Fábrica de Cimento”.
SOBRE O CEFAR
O Centro de Formação Artística da Fundação Clóvis Salgado (Cefar) integra a política do Governo de Minas de fomento à formação em arte, direcionada ao jovem artista e aos profissionais recém-formados. Oferece cursos técnicos, profissionalizantes e de extensão destinados à capacitação, qualificação, aperfeiçoamento e atualização de crianças, jovens e adultos nas áreas de teatro, dança e música.
SOBRE ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS
É a obra mais conhecida de Charles Lutwidge Dodgson, publicada a 4 de julho de 1865 sob o pseudônimo de Lewis Carroll. É uma das obras mais célebres do gênero literário nonsense. O livro conta a história de uma menina chamada Alice que cai numa toca de coelho que a transporta para um lugar fantástico povoado por criaturas peculiares e antropomórficas, revelando uma lógica do absurdo característica dos sonhos. Este está repleto de alusões satíricas dirigidas tanto aos amigos como aos inimigos de Carroll, de paródias a poemas populares infantis ingleses ensinados no século XIX e também de referências linguísticas e matemáticas frequentemente através de enigmas que contribuíram para a sua popularidade. Trata-se de uma obra de difícil interpretação, pois contém dois livros num só texto: um para crianças e outro para adultos. Fonte: http://fcs.mg.gov.br/programacao/esta-nao-e-uma-peca-infantil/

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