"Pirandello"
Luigi Pirandello foi um grande renovador do teatro, com profundo sentido de humor e originalidade. Ele estudou filologia na Universidade de Roma e doutorou-se na Universidade de Bonm, Alemanha, país onde também estudou filosofia.
Em 1894, Pirandello casou-se e radicou-se em Roma, onde dava aulas de italiano. Dedicado à literatura, de início escolheu a poesia, mas logo optou pela narrativa e pelo romance realista. Escreveu os romances "O Falecido Mattia Pascal" e "Um, Nenhum e Cem Mil", além dos contos "Novelas para Um Ano".
Foi com teatro, entretanto, que Pirandello torou-se célebre. Após o êxito co "Assim É, Se lhe Parece" (1917), foi consagrado com "Esta Noite Se Representa de Improviso", "Cada Um a Seu Modo" e "Seis Personagens à Procura de Um Autor", três peças que deram origem ao chamado "metateatro" ou "teatro dentro do teatro".Inovador do drama moderno, o autor adotou como temas centrais a volubilidade humana e as coincidência entre a vida e a ficção. Ganhou o Prêmio Nobel de Literatura de 1934.
Pirandello discute e problematiza o modo de ser da arte teatral e o estatuto da personagem dramática. Ele dizia que a vida não passa de uma "fúnebre farsa, em que nós- mais ou menos inconscientes- representamos os mais diverso papéis.Pobres marionetes nas mãos do destino cego".
Foi com teatro, entretanto, que Pirandello torou-se célebre. Após o êxito co "Assim É, Se lhe Parece" (1917), foi consagrado com "Esta Noite Se Representa de Improviso", "Cada Um a Seu Modo" e "Seis Personagens à Procura de Um Autor", três peças que deram origem ao chamado "metateatro" ou "teatro dentro do teatro".Inovador do drama moderno, o autor adotou como temas centrais a volubilidade humana e as coincidência entre a vida e a ficção. Ganhou o Prêmio Nobel de Literatura de 1934.
Pirandello discute e problematiza o modo de ser da arte teatral e o estatuto da personagem dramática. Ele dizia que a vida não passa de uma "fúnebre farsa, em que nós- mais ou menos inconscientes- representamos os mais diverso papéis.Pobres marionetes nas mãos do destino cego".
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| Luigi Pirandello |

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